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Mercado brasileiro de algodão registra baixa movimentação e foco na indústria nacional

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O mercado doméstico de algodão apresentou fraca movimentação nesta semana, com poucos negócios efetivados. A demanda concentrou-se na indústria nacional, especialmente para contratos de curto prazo, enquanto as tradings mantiveram postura mais cautelosa. Do lado da oferta, os produtores participaram de forma limitada, segundo informações da Safras Consultoria.

Preços apresentam queda em principais regiões

Os preços do algodão CIF paulista giraram em torno de R$ 3,95 por libra-peso, registrando retração de 1,5% em relação à semana anterior, quando o valor estava em R$ 4,01 por libra-peso.

Em Rondonópolis (MT), a pluma foi negociada a R$ 3,82 por libra-peso na quinta-feira (21), equivalente a R$ 126,28 por arroba, com desvalorização semanal de 3,5%.

Exportações brasileiras em queda

Segundo dados do Ministério da Economia/Secex, as exportações de algodão no Brasil somaram 34,705 mil toneladas em agosto (11 dias úteis), com média diária de 3.155 toneladas. A receita com vendas externas alcançou US$ 55,310 milhões, média diária de US$ 5,028 milhões.

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Em comparação ao mesmo período de 2024, houve redução de 37,9% no volume diário exportado (5,080 mil toneladas diárias em agosto de 2024) e queda de 43,7% na receita diária (US$ 8,925 milhões em agosto de 2024).

Custos de produção sobem em Mato Grosso

O Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea) divulgou relatório mensal de julho apontando que os custos de produção do algodão em Mato Grosso alcançaram R$ 18.542,00 por hectare na temporada 2025/26, acima dos R$ 18.237,00 por hectare registrados em junho.

O aumento nos custos, aliado à baixa movimentação no mercado e retração das exportações, evidencia o cenário desafiador para os produtores de algodão no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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