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Ministro Renan Filho participa de evento que marca a construção de importante trecho ferroviário em Mato Grosso do Sul

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O ministro dos Transportes, Renan Filho, participa, nesta sexta-feira (6), do evento que marca o início da construção de um trecho ferroviário importante para a economia da região Leste de Mato Grosso do Sul.

A linha, que será instalada na cidade de Inocência, será no modelo modelo short line – ferrovia de curta extensão voltada à logística. O trecho terá 47 quilômetros, com previsão de conclusão das obras no segundo semestre de 2027.

O ramal vai atender à futura fábrica da Arauco, que terá capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas anuais de celulose. Por meio do novo trecho ferroviário, toda a produção será escoada até o pátio da Rumo Malha Norte (RMN). De lá, os trens seguirão para o Porto de Santos (SP), com destino aos mercados internacionais, principalmente Estados Unidos, Europa e Ásia.

O secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, e outras autoridades locais também participam da cerimônia.

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Cobertura de imprensa
Não há necessidade de credenciamento prévio para jornalistas interessados na cobertura do evento.

Serviço
Construção de trecho ferroviário – Projeto Sucuriú (EF-A35)
Data: Sexta-feira, 6 de fevereiro
Horário: às 9h
Local: Portaria Oeste, Rodovia MS-377, km 93 – Inocência (MS)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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