Nacional

MPor participa de iniciativa internacional pelo transporte e desenvolvimento sustentável na Amazônia

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), por meio da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação (SNHN), participou nos dias 13 e 14 de agosto, em Belém (PA), de reuniões preparatórias para a criação da Aliança pelo Transporte Sustentável, Resiliente e Integrado na Amazônia. O encontro, promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo Banco Mundial, reuniu representantes de países sul-americanos com presença na Amazônia para alinhar diretrizes e propostas que serão consolidadas no lançamento oficial da iniciativa, previsto para novembro, durante a COP30.

Otto Luiz Burlier representa o MPor
Otto Luiz Burlier representa o MPor

Representando a Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação do MPor, o diretor Otto Luiz Burlier da Silveira Filho, destacou que o transporte fluvial será eixo central dessa aliança. “O objetivo é construir uma Amazônia mais sustentável, resiliente e integrada. E o ponto de partida dessa integração será o transporte fluvial; eixo estratégico para promover desenvolvimento com respeito à floresta e às comunidades que nela vivem”, afirmou.

A iniciativa também prevê a troca de experiências e a cooperação técnica entre os países envolvidos – como Colômbia, Equador, Peru, Guiana e Brasil – e a atração de investimentos para modernizar a infraestrutura hidroviária, ampliar a segurança da navegação e fortalecer a integração regional, em linha com as metas da agenda climática global.

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Ainda segundo o diretor, o foco é potencializar e aprimorar o transporte fluvial de passageiros e cargas na região, fomentando projetos que unam desenvolvimento econômico e preservação ambiental. “É um passo importante rumo a uma cooperação regional mais forte e ambientalmente consciente. Seguimos juntos por uma Amazônia viva, conectada e respeitada”, concluiu.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

Estruturação do projeto da Ferrogrão avança com decisão do STF

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O Ministério dos Transportes avalia que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a constitucionalidade da legislação relacionada à desafetação de área do Parque Nacional do Jamanxim para viabilizar a Ferrogrão, representa um passo importante para o fortalecimento e a continuidade da estruturação do projeto.

A decisão reforça o entendimento de que o trabalho técnico conduzido pelo Ministério ao longo dos últimos anos vem sendo realizado com responsabilidade, observância das condicionantes legais e aperfeiçoamento contínuo dos estudos necessários para um empreendimento dessa envergadura.

Nos últimos três anos, a pasta atualizou o projeto, agregou novos estudos, refinou informações técnicas, incorporou análise de custo-benefício e incluiu medidas de compensação ambiental que não constavam nas versões anteriores do empreendimento. Os estudos também passaram a considerar de forma mais aprofundada as externalidades positivas do projeto, especialmente a redução das emissões de gases de efeito estufa a partir da ampliação da participação do modal ferroviário na matriz logística nacional.

O Ministério dos Transportes reafirma que seguirá avançando em todas as diretrizes previstas na legislação, com compromisso absoluto com o devido licenciamento ambiental, a escuta e o respeito aos povos e comunidades envolvidos, além da adoção de todas as salvaguardas necessárias para garantir a sustentabilidade e a segurança jurídica do projeto.

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A Ferrogrão é considerada estratégica para o desenvolvimento econômico do país, com potencial para ampliar a eficiência logística, reduzir custos de transporte e fortalecer a infraestrutura nacional de forma alinhada à sustentabilidade ambiental.

Paralelamente, o Ministério também atua, em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na estruturação de soluções de financiamento de longo prazo para viabilizar o empreendimento. Com o avanço dessa etapa e a decisão do STF, a pasta aguarda agora a apreciação do projeto pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para posterior publicação do edital. 

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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