Economia

Negociações do Acordo de Livre Comércio Mercosul-Canadá serão retomadas, afirma Alckmin

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Em reunião realizada nesta segunda-feira (25/8) em Brasília, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e o ministro de Comércio Internacional do Canadá, Maninder Sidhu, concordaram que há condições para a retomada das negociações do Acordo de Livre Comércio Mercosul–Canadá, paralisadas desde 2021.

Na avaliação de Alckmin, foi uma boa conversa, que demonstra a disposição das duas partes em avançar nas tratativas, que podem abrir novas oportunidades para produtores, empresários, trabalhadoras e trabalhadores do Brasil. “Podemos ampliar ainda mais essa parceria para fortalecer as relações bilaterais com o Canadá e aumentar nossas trocas comerciais”, afirmou o ministro após se reunir com Sidhu.

Para avançar neste caminho, está previsto, para outubro, uma reunião entre negociadores-chefe do Canadá e do Mercosul. Neste semestre, o Brasil tem a presidência temporária do bloco regional. A retomada formal das negociações com o Canadá, com estabelecimento de cronogramas de rodadas de negociação, será objeto de coordenação interna no bloco.

Durante a reunião, os ministros discutiram ainda a importância de fortalecer a cooperação bilateral e ampliar a complementariedade econômica em diferentes setores como mineração, agribusiness, fertilizantes, defesa, energia renovável e complexo industrial de saúde. Um trabalho a ser desenvolvido com a participação dos setores privados dos dois países.

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Nesta terça-feira (26/8), o vice-presidente embarca para o México e cumprirá uma agenda de encontros políticos e empresariais em busca de ampliar mercados para produtos brasileiros. 

Potencial

Para o Brasil, o acordo com o Canadá tem potencial para ampliar o acesso a mercados, reduzir barreiras comerciais e diversificar destinos das vendas nacionais, além de possibilitar a integração de cadeias produtivas e estimular investimentos sustentáveis. Por meio de um acordo, também será possível avançar em disciplinas de facilitação de comércio, medidas sanitárias e fitossanitárias e regras que favoreçam inovação.

O Canadá é hoje o 7º destino das exportações brasileiras. O Brasil é o maior investidor latino-americano no Canadá, com oportunidades em infraestrutura, tecnologia, energia renovável e agronegócio.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Corrente de comércio chega a de US$ 13,5 bi na 3° semana de maio

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Na 3ª semana de maio de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 13,5 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,5 bilhões e importações de US$ 6 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 23,5 bilhões e as importações, US$ 17,8 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,7 bilhões e corrente de comércio de US$ 41,3 bilhões.

>> Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês –  3º Semana de Maio/2026

No ano, as exportações totalizam US$ 140 bilhões e as importações, US$ 109,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 30,4 bilhões e corrente de comércio de US$ 249,6 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (25/5), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de maio/2026 (US$ 1,565 bilhões) com a de maio/2025 (US$ 1,424 bilhões), houve crescimento de 9,9%. Em relação às importações houve crescimento de 9,2% na comparação entre as médias até a 3ª semana de maio/2026 (US$ 1,188 bilhões) com a do mês de maio/2025 (US$ 1,088 bilhões).

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Assim, até a 3ª semana de maio/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.754,6 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 376,79 milhões. Comparando-se este período com a média de maio/2025, houve crescimento de 9,6% na corrente de comércio.

Exportações importações por Setor

No acumulado até a 3ª semana do mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 65,17 milhões (18,5%) em Agropecuária e de US$ 111,89 milhões (15,4%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 37,56 milhões (11,1%) em Indústria Extrativa.

No acumulado até a 3ª semana do mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 1,37 milhões (3,0%) em Indústria Extrativa e de US$ 98,79 milhões (9,8%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 1,31 milhões (5,5%) em Agropecuária.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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