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Notebooks e mesas digitalizadoras modernizam o Serviço de Atendimento Imediato

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A imagem registra um homem sentado diante de um notebook, usando uma mesa digitalizadora com caneta para desenhar ou escrever. Fios conectam os equipamentos, indicando atividade tecnológica em ambiente de trabalho.Uma prestação de serviço mais célere e sustentável. Foi com esses objetivos que o Serviço de Atendimento Imediato (SAI) promoveu a modernização de seus equipamentos de atendimento à população. As impressões em papéis agora dão lugar a um procedimento totalmente digitalizado.

O avanço foi consolidado nesta sexta-feira (06) com a entrega de notebooks e mesas digitalizadoras (para assinatura digital) às vans do SAI. Os novos equipamentos substituem as impressoras e passam a acompanhar os conciliadores na formalização dos acordos e medições.

Além disso, os veículos do Serviço de Atendimento Imediato que circulam em Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis também receberam a instalação de internet via satélite. As ações fortalecem a atuação do SAI, resultando na prestação de serviço mais moderno, sustentável e eficiente.

A juíza titular do Juizado Especial Criminal de Cuiabá (Jecrim), Maria Rosi de Meira Borba, explica que a iniciativa faz parte do processo de modernização que acontece em todo o Poder Judiciário de Mato Grosso. Segundo ela, o próprio Jecrim é um exemplo de unidade judiciária 100% digitalizada.

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“A cada dia melhoramos a prestação de serviço para a sociedade. E estamos fazendo isso não só no SAI, mas também no Jecrim e em todas as Varas da Capital e do interior do estado. Então, é um avanço contínuo, com novas conquistas a cada dia”, comenta a magistrada.

Segurança e confiabilidade

O procedimento totalmente digital do SAI diminui riscos de extravio, rasuras ou falhas no preenchimento de documentos. “É um avanço espetacular. Agora, o cidadão poderá ter decisão judicial no seu próprio celular, sem precisar se preocupar com papel”, completa a juíza.

Redução de custos e de impacto ambiental

Ao substituir o uso de papel e impressoras por notebooks e mesas digitalizadoras, o SAI reduz consumo de papel, tinta, energia e manutenção de equipamentos. Isso reforça uma atuação mais sustentável, alinhada à responsabilidade ambiental do Judiciário e à redução da geração de resíduos.

“O Poder Judiciário também precisa contribuir com a redução da geração de lixo. Portanto, além de maior rapidez nos atendimentos, com esses equipamentos vamos ter mais uma economia considerável de papel, cartucho de tinta e de manutenção de impressoras”, enfatiza a gestora do SAI, Bernadete Bassani.

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A entrega contou com a participação do juiz Valmir Alaércio dos Santos.

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Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

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Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

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O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

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Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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