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Paraná Eleva Projeções de Safra de Soja e Milho para 2025/26, Aponta Deral

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O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, revisou para cima as projeções da safra 2025/26 de soja e milho. O desempenho das lavouras e o avanço favorável da colheita contribuíram para o aumento nas estimativas de produção no Estado, um dos principais polos agrícolas do país.

Produção de soja cresce 4% e reforça liderança do Paraná

A safra de soja paranaense foi estimada em 22,12 milhões de toneladas, ligeiramente acima da previsão anterior de 22,04 milhões divulgada em janeiro. O volume representa um crescimento de 4% em relação à temporada passada, refletindo boas condições de campo e recuperação das áreas afetadas por adversidades climáticas no ciclo anterior.

O Paraná segue como um dos maiores produtores de soja do Brasil, com a colheita avançando de forma consistente em diversas regiões. O Deral destaca que a produtividade média se mantém dentro do esperado, sustentada por um manejo eficiente e distribuição regular de chuvas nas principais microrregiões.

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Primeira safra de milho também apresenta avanço

Além da soja, o milho da primeira safra também teve projeção revisada para cima. O Deral estima agora uma produção de 3,6 milhões de toneladas, frente às 3,47 milhões calculadas no mês anterior. O volume supera em 18% o total colhido na safra anterior, de 3,05 milhões de toneladas.

As condições climáticas favoráveis e o bom desenvolvimento das lavouras explicam o resultado positivo. A colheita do milho verão avança paralelamente à da soja, e as primeiras produtividades registradas estão dentro das expectativas técnicas.

Segunda safra de milho tem leve alta nas estimativas

A projeção da segunda safra de milho, principal ciclo do cereal no Estado, também foi ajustada. O Deral passou a prever 17,5 milhões de toneladas, um pequeno acréscimo em relação às 17,4 milhões estimadas em janeiro. Apesar da revisão, o volume ainda representa uma leve queda de 1% ante a produção registrada na temporada 2024/25, que foi de 17,6 milhões de toneladas.

A semeadura segue em ritmo adequado, favorecida por condições de umidade no solo e bom planejamento dos produtores. O órgão ressalta, no entanto, que o desempenho final da safra dependerá do regime de chuvas durante o desenvolvimento das lavouras e do comportamento das temperaturas nos próximos meses.

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Perspectivas positivas para o agronegócio paranaense

Com o avanço da colheita e a revisão positiva das estimativas, o Paraná reforça sua importância no cenário agrícola nacional. O aumento nas projeções de soja e milho indica um início de ano promissor para o agronegócio do Estado, sustentado por boas práticas de manejo e recuperação gradual da produtividade.

O Deral seguirá acompanhando o andamento das lavouras e deve divulgar novas atualizações nas próximas semanas, consolidando o cenário da safra 2025/26.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fundesa-RS muda modelo de arrecadação para bovinos e búfalos e passa a cobrar contribuição por rebanho declarado a partir de julho

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A cadeia produtiva de bovinos e búfalos de corte e leite no Rio Grande do Sul passa a operar, a partir deste ano, sob um novo modelo de contribuição ao Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa-RS). A principal mudança é a substituição da cobrança no momento do abate pela arrecadação com base no rebanho declarado na Declaração Anual de Rebanho.

Com a alteração, a contribuição passa a ser paga diretamente pelo produtor rural, de forma proporcional ao número de animais informados no cadastro oficial, ampliando a participação de toda a cadeia na manutenção do fundo.

Transição do sistema e novos prazos de pagamento

A mudança estava prevista para entrar em vigor em 1º de julho, porém foi ajustada devido à prorrogação do prazo da Declaração Anual de Rebanho até 10 de julho.

Com isso, a emissão dos boletos de contribuição poderá ser realizada a partir de 15 de julho, marcando oficialmente o início do novo modelo operacional.

O pagamento deverá ser efetuado até o último dia útil de julho. No entanto, em função da extensão do prazo da declaração em 2026, os produtores terão até 31 de agosto para quitar a contribuição sem incidência de juros ou multas.

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Como será feita a cobrança do Fundesa-RS

De acordo com o novo modelo, todos os produtores com propriedade cadastrada e registro atualizado no Sistema de Defesa Agropecuária (SDA) receberão, por e-mail, o link para emissão do boleto.

Caso não recebam a notificação, os produtores deverão acessar o site oficial do Fundesa-RS a partir de 15 de julho e utilizar o banner específico para geração da guia, informando CPF ou CNPJ.

O valor da contribuição será de R$ 1,33 por animal declarado, incluindo bovinos e búfalos de corte e leite.

No caso de movimentação interestadual ou exportação de animais vivos, também será aplicada a mesma taxa por cabeça. Já animais que retornam ao Rio Grande do Sul após participação em eventos e exposições não serão novamente tributados.

Para animais com alto valor genético, como reprodutores, a contribuição será de R$ 2,67 por cabeça, com emissão realizada pelo sistema específico disponível no endereço guiasfundesa.com.br.

Regularidade no sistema é condição para indenizações

O Fundesa-RS reforça que a regularidade cadastral e a adimplência junto ao fundo são requisitos fundamentais para que a propriedade seja elegível a indenizações em casos de sacrifício sanitário.

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O fundo atua como instrumento de proteção sanitária e econômica, garantindo resposta rápida em situações de emergência, como ocorrência de doenças de notificação obrigatória, a exemplo da febre aftosa.

Função do Fundesa-RS na defesa agropecuária

O Fundesa-RS é um fundo privado formado por entidades representativas de produtores rurais e agroindústrias das cadeias de aves, suínos e bovinos de corte e leite.

Os recursos arrecadados são destinados ao pagamento de indenizações aos produtores, além de investimentos em ações de defesa sanitária, como aquisição de equipamentos, capacitação de equipes e desenvolvimento de tecnologias voltadas à vigilância agropecuária.

A mudança no modelo de arrecadação busca tornar o sistema mais amplo e equitativo, garantindo maior previsibilidade financeira ao fundo e fortalecendo as ações de defesa sanitária animal no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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