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Presidente Lula e ministro Renan Filho anunciam investimentos de R$ 730 milhões em rodovias no Paraná

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Dois projetos estratégicos para a infraestrutura e a logística do Paraná avançaram nesta quinta-feira (12). O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro dos Transportes, Renan Filho, autorizaram o início das obras do Contorno Sul Metropolitano de Maringá (PR), na BR-376, e da pavimentação do último trecho da Estrada Boiadeira, na BR-487. Juntos, os investimentos ultrapassam R$ 730 milhões e vão melhorar o fluxo de veículos na área urbana de Maringá, além de fortalecer o escoamento da produção agrícola do noroeste do estado em direção ao litoral.

“O contorno da cidade de Maringá, uma parte será feita com recurso público e a outra será feita com a concessão. Essas duas obras custarão mais de R$ 1 bilhão. O que estamos anunciando hoje é resultado de um modelo que funciona: Governo do Brasil e iniciativa privada investindo juntos na infraestrutura do país e Paraná é um dos estados que mais se beneficia dessa estratégia”, destacou o ministro.
Contorno Sul Metropolitano de Maringá

O Contorno Sul Metropolitano de Maringá contará com aproximadamente 13 quilômetros em pista dupla na BR-376. A obra inclui serviços de terraplenagem, drenagem, iluminação, sinalização e dispositivos de segurança viária, além da construção de pontes e viadutos. O investimento, previsto no Novo PAC, é de R$ 409 milhões.

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Com o novo traçado, o tráfego pesado deixará de passar pela área urbana de Maringá, o que vai reduzir congestionamentos e aumentar a segurança e a fluidez do trânsito. A intervenção também beneficiará diretamente os municípios de Paiçandu, Sarandi e Marialva. Ao todo, mais de 850 mil habitantes serão beneficiados.

Estrada Boiadeira

A outra autorização foi para a pavimentação do quarto e último trecho da BR-487, conhecido como Estrada Boiadeira, entre Serra dos Dourados e Cruzeiro do Oeste. Com aporte de R$ 321,2 milhões do Novo PAC, o segmento de 37 quilômetros também passará por serviços de terraplenagem, sistemas de drenagem e sinalização. Este é o último trecho necessário para completar o corredor viário que liga Campo Mourão à divisa com Mato Grosso do Sul. Com a conclusão da Estrada Boiadeira, o trajeto entre Naviraí (MS) e Paranaguá (PR) será reduzido em cerca de 80 quilômetros.

Atualmente, cerca de 3,6 mil veículos circulam diariamente pela Estrada Boiadeira, com destaque para o transporte de soja, milho, cana-de-açúcar, carne bovina e insumos agroindustriais. O corredor conecta regiões produtoras aos centros consumidores e aos portos do Sul do país, especialmente o Porto de Paranaguá.

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“Nós ampliamos tanto os investimentos públicos quanto a atração de investimentos privados para fortalecer a infraestrutura desse que é um dos estados mais produtivos do país. No fim, o cidadão que está lá na ponta quer estrada boa para o desenvolvimento do seu estado. E é isso que estamos entregando. O Paraná está vivendo o maior ciclo de investimentos em infraestrutura da sua história”, completou Renan Filho.

Intermodalidade

O evento também contou com a assinatura, pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), do contrato de concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá. Enquanto o Ministério dos Transportes melhora a infraestrutura rodoviária e facilita o escoamento da produção agrícola até o litoral, o MPor amplia a capacidade do terminal paranaense para receber mais embarcações e aumentar a movimentação de cargas. As duas ações contribuem para reduzir custos logísticos, impulsionar a economia regional e aumentar a competitividade do Brasil.



Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Porto do Rio de Janeiro passa a receber navios de até 366 metros após ampliação do canal

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O Porto do Rio de Janeiro (RJ) passou a integrar o grupo de portos brasileiros aptos a receber embarcações da classe New Panamax, que está entre as maiores da navegação comercial mundial. O marco foi alcançado após a conclusão das obras de dragagem e modernização do canal de acesso ao Cais da Gamboa, realizadas com investimentos do governo federal, por meio do Novo PAC, e da Autoridade Portuária PortosRio. Ao todo, foram investidos R$ 163 milhões na iniciativa.

Neste mês, o primeiro navio a atracar no porto, dentro desse novo cenário operacional, foi o porta-contêineres MSC Katrina, embarcação de 366 metros de comprimento, 48,4 metros de largura (boca) e capacidade para transportar 14.131 TEUs (unidade equivalente a contêineres de 20 pés). O navio, de bandeira panamenha, veio do Porto de Suape (PE) e seguiu com destino ao Porto de Santos (SP).

Nova realidade operacional

Para que um porto possa receber embarcações de maior porte, são necessárias obras de modernização da infraestrutura portuária, especialmente dragagem, ampliação de calado, melhorias na sinalização náutica e adequações operacionais. No caso do Porto do Rio de Janeiro, o canal de acesso passou por obras de dragagem no último ano, com investimentos de R$ 98 milhões angariados pelo Novo PAC e R$ 65 milhões pela PortosRio.

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Com a conclusão das obras, a profundidade mínima do canal de acesso foi ampliada de 15 metros para 16,2 metros, permitindo um calado operacional de 15,3 metros e adequando a infraestrutura para receber navios da classe New Panamax.

A iniciativa amplia a eficiência operacional e logística do porto, melhora as condições de navegabilidade e segurança, permite a operação de embarcações de maior porte e reduz restrições operacionais e custos logísticos. Além disso, aumenta a previsibilidade das operações e fortalece a competitividade do Porto do Rio de Janeiro no comércio exterior.

Atualmente, além do Porto do Rio de Janeiro, apenas os portos de Santos (SP), Salvador (BA), Itaguaí (RJ), Paranaguá (PR) e Pecém (CE) possuem capacidade operacional para receber navios de até 366 metros de comprimento.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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