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Rio Grande do Sul realiza etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho

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O Rio Grande do Sul sediou na última quarta-feira (12) a etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT). Realizado em Porto Alegre, evento reuniu representantes de trabalhadores, empregadores e governo para debater os desafios do mundo do trabalho e construir coletivamente propostas voltadas à promoção do trabalho decente no Brasil. Ao final dos debates foram aprovadas 15 propostas que serão encaminhadas à etapa nacional, marcada para março de 2026 em São Paulo.
A cerimônia de abertura contou com a presença do secretário de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Luis Felipe Brandão de Mello, que representou o ministro Luiz Marinho, e do superintendente regional do Trabalho e Emprego no Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo. Também participaram da abertura o desembargador Manoel Cid Jardon, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região; o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho da 4ª Região, Antônio Bernardo Santos Pereira; o secretário estadual de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, Gilmar Sossella; os deputados estaduais Miguel Rossetto e Pepe Vargas; a representante da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fernanda Barroso; o presidente da Federação dos Comerciários do RS, Guiomar Vidor, representando a bancada dos trabalhadores; e o representante da bancada patronal, Guilherme Scozziro.
A II Conferência Nacional do Trabalho é um espaço tripartite, paritário e democrático que busca construir políticas públicas e diretrizes voltadas à promoção do trabalho decente, inclusivo e sustentável.
O secretário de Inspeção do Trabalho, Luis Felipe Brandão de Mello, destacou a importância do diálogo tripartite para enfrentar os desafios atuais do mundo do trabalho. “O Rio Grande do Sul tem uma tradição de participação e diálogo social. A II Conferência reafirma o compromisso do governo federal em ouvir as representações de trabalhadores e empregadores e transformar essas contribuições em políticas públicas que fortaleçam o trabalho decente e os direitos fundamentais”, afirmou.
A etapa gaúcha discutiu temas ligados às transformações tecnológicas, à transição justa, às relações de trabalho, à qualificação profissional e à inclusão produtiva, reforçando o papel do estado no avanço das políticas de emprego digno e desenvolvimento social.

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Mais informações sobre a II CNT

https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/conferencia-nacional-do-trabalho/conferencia-nacional-do-trabalho-cnt/

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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