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Programa Caminho Verde Brasil destina R$ 3 bilhões para a Caatinga

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Representando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o assessor especial do ministro da Agricultura e Pecuária e coordenador do Programa Caminho Verde Brasil, Carlos Augustin, estará no Recife (PE) para uma reunião com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), avicultores e produtores rurais locais, diretoria de agronegócio do Banco do Brasil, Embrapa, Corteva e parceiros técnicos, na próxima quinta-feira (26).

Carlos Augustin apresentará o Programa Caminho Verde Brasil como instrumento para promover o desenvolvimento socioeconômico regional por meio da participação de pequenos e médios produtores no programa. O Caminho Verde Brasil tem em caixa R$ 3 bilhões para investir na Caatinga.

Coordenado pelo Ministério da Agricultura (Mapa), o Programa Caminho Verde Brasil tem como meta restaurar até 40 milhões de hectares de terras degradadas, promovendo sua utilização em sistemas produtivos sustentáveis. A iniciativa busca conciliar segurança alimentar, transição energética e proteção ambiental, consolidando o protagonismo do Brasil na agenda da agricultura sustentável.  

SERVIÇO:

Programa Caminho Verde Brasil destina R$ 3 bilhões para a Caatinga

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Dia: 26 de março de 2026 (quinta-feira)
Horário: 10h
Local: Superintendência Estadual do Banco do Brasil em Pernambuco – Av Rio Branco, 240 / 10° andar – Recife (PE)

Atendimento à imprensa: Após a reunião, das 13h às 14h, Carlos Augustin atenderá jornalistas e concederá entrevistas sobre o Programa Caminho Verde Brasil.

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Queda da ureia não estimula compras e mercado segue travado com incertezas globais

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O mercado de ureia segue em trajetória de queda nos portos brasileiros, mas o recuo recente ainda não foi suficiente para estimular uma retomada consistente das compras. O cenário reflete a combinação entre demanda global enfraquecida, cautela dos compradores e impactos logísticos persistentes decorrentes do conflito no Oriente Médio.

De acordo com análise da StoneX, os preços do fertilizante acumulam desvalorização de cerca de 14% nas últimas quatro semanas, com indicações recentes abaixo de US$ 700 por tonelada. Apesar da correção, o nível de preços ainda é considerado elevado e mantém o mercado em postura defensiva.

Mercado de nitrogenados ainda opera sob pressão global

Segundo o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomás Pernías, a sequência de quedas recentes reflete diretamente o enfraquecimento da demanda em diversos países, incluindo o Brasil.

“Pela quarta semana consecutiva, os preços da ureia recuaram nos portos brasileiros. Esse movimento baixista recente está diretamente associado a uma demanda significativamente enfraquecida em diversos países, incluindo o Brasil”, afirmou.

Mesmo com a queda recente, os preços ainda permanecem cerca de 43% acima dos níveis registrados antes da escalada do conflito no Oriente Médio, o que mantém o mercado distante de um equilíbrio anterior às tensões geopolíticas.

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Oferta restrita e logística seguem como fatores de suporte

A correção nas cotações também encontra limites no lado da oferta. O mercado global de nitrogenados segue pressionado por restrições logísticas e dificuldades no fluxo internacional.

Segundo Pernías, o cenário continua sensível devido às condições no Estreito de Ormuz, que segue operando de forma limitada, afetando o transporte global de fertilizantes e outros insumos.

“Correções mais profundas tendem a ser limitadas pelas atuais condições do mercado global de nitrogenados. A oferta segue restrita, enquanto os entraves logísticos associados ao conflito continuam afetando o fluxo global do produto”, destacou.

Compradores adotam postura defensiva e adiam aquisições

Apesar da redução recente nos preços, o volume de negociações internacionais permanece baixo. As relações de troca seguem desfavoráveis, o que reduz o apetite dos compradores e contribui para o adiamento de decisões de compra.

No mercado global, a estratégia predominante tem sido de cautela, com agentes aguardando maior clareza sobre os rumos das cotações.

“Os elevados níveis de preços ainda observados têm levado os compradores a adotar uma postura defensiva, marcada por cautela e pela preferência em adiar decisões de compra”, explicou o analista.

Mercado brasileiro aguarda pico de demanda no segundo semestre

No Brasil, o adiamento das compras ainda é possível no curto prazo, já que o pico sazonal de demanda por nitrogenados ocorre tradicionalmente no segundo semestre. No entanto, especialistas alertam que essa estratégia não deve se prolongar indefinidamente.

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A expectativa da StoneX é de retorno gradual dos compradores ao mercado nos próximos meses, seja para recomposição de estoques, seja para garantir insumos para as próximas safras.

Mesmo com a recente queda das cotações, o cenário ainda não atingiu o patamar esperado por compradores que optaram por postergar aquisições desde o início do conflito no Oriente Médio, mantendo o mercado de ureia em um ambiente de incerteza e baixa liquidez.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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