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Programa Município Mais Seguro reforça segurança pública com adesão de 12 municípios paulistas

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Campinas, 27/3/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), realizou, em Campinas (SP), a cerimônia de adesão ao Programa Município Mais Seguro. As diretrizes e oportunidades da iniciativa foram apresentadas em seminário nesta sexta-feira (27), no Salão Vermelho do Paço Municipal. O evento reuniu prefeitos, secretários municipais de segurança, comandantes de guardas e gestores de 12 municípios paulistas, com cerca de 120 participantes. 

O programa prevê investimento estimado em mais de R$ 170 milhões, com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), destinados à capacitação, à modernização de equipamentos e à valorização dos profissionais. Nesta etapa, foram aplicados R$ 6,3 milhões.   

Os municípios de Americana, Araçatuba, Campinas, Indaiatuba, Itu, Jundiaí, Limeira, Paulínia, Piracicaba, São José do Rio Preto, Sorocaba e Ribeirão Preto assinaram os Termos de Adesão, ampliando a participação das Guardas Municipais nas ações de fortalecimento da segurança pública. 

Durante o encontro, foram entregues 1.444 kits de armas de incapacitação neuromuscular e 3.046 espargidores, entre outros equipamentos.  

Segundo o coordenador-geral do Sistema Único de Segurança Pública, Marcio Mattos, o programa tem sido bem recebido. Para o Governo Federal, estar próximo dos municípios e articular políticas não é apenas prática — é obrigação. Ele ressaltou que o País vive um momento histórico, com a proposta de emenda constitucional que reconhece o papel dos municípios e sua integração ao Susp, o que reforça a importância da iniciativa.  

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Mattos também abordou o mês das mulheres. Março é tempo de reflexão: há avanços no enfrentamento à violência, mas persistem problemas estruturais graves. Casos recentes de feminicídio, inclusive envolvendo profissionais da segurança, evidenciam essa realidade. Nesse contexto, o programa inclui ações como o Escuta Susp, de apoio psicológico gratuito — uma política voltada tanto à população quanto aos profissionais de segurança.  

O seminário também promoveu debates sobre estratégias de fortalecimento da segurança pública local, com apresentações técnicas ao longo do dia. A iniciativa integra a política nacional de fortalecimento da segurança nos municípios e de valorização das Guardas Civis no âmbito do Susp, com foco em ações preventivas, especialmente em áreas mais vulneráveis. Entre os objetivos estão a qualificação dos agentes, a modernização de protocolos e a atuação integrada entre União, estados e municípios.  

O programa prevê atenção à saúde física e mental dos profissionais, além de incentivar a participação comunitária.  

O vice-prefeito de Campinas, Wanderley de Almeida, destacou a parceria com o Governo Federal e a liderança feminina na Guarda Municipal. “Campinas é referência com projetos como o Guarda Amigo da Mulher. A segurança pública exige trabalho constante: há avanços, mas sempre tem espaço para melhorias. O enfrentamento ao crime não se faz de forma isolada e exige cooperação e investimentos contínuos.  

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Projetos 

O Município Mais Seguro reúne iniciativas com impacto direto na segurança local. O principal é o Projeto Nacional de Qualificação do Uso da Força, voltado à capacitação, à modernização de equipamentos e à doação de instrumentos de menor potencial ofensivo.  

Outro eixo é o Projeto Nacional de Polícia Comunitária, que fortalece ações preventivas em áreas vulneráveis. Já o Escuta Susp amplia o atendimento em saúde mental aos profissionais de segurança pública, em parceria com universidades federais.  

Capacitação e formação 

O programa prevê cursos presenciais para guardas municipais, com foco na prevenção da violência e no uso qualificado da força. Entre as formações estão o curso de operador de polícia comunitária, a capacitação para patrulhas Maria da Penha e o treinamento nacional sobre uso diferenciado da força.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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