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Projeto Guanabara fortalece energia no Sudeste com nova conexão entre Rio e Espírito Santo

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A infraestrutura elétrica brasileira deu mais um passo com a entrada em operação da Linha de Transmissão (LT) 500 kV Terminal Rio – Lagos, que conecta a região metropolitana do Rio de Janeiro ao Espírito Santo e amplia a capacidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). A nova linha, em circuito duplo, acrescenta 454 km de extensão ao sistema elétrico e marca a conclusão das instalações referentes ao Lote 2 do Leilão de Transmissão nº 4/2018.

O empreendimento integra o Projeto Guanabara, conjunto de obras estruturantes voltado ao escoamento da energia gerada pelas usinas termelétricas das regiões de Macaé e Campos dos Goytacazes e conta com investimento avaliado em R$ 1,01 bilhão. O projeto fortalece a integração da rede de transmissão entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, ampliando a confiabilidade do fornecimento de energia e a segurança operativa do SIN.

Além da Linha de Transmissão 500 kV Terminal Rio – Lagos, o Projeto Guanabara contempla a Linha de Transmissão 500 kV Lagos – Campos 2, que possui cerca de 202 km de extensão total e está em operação desde maio de 2025. O escopo inclui ainda a implantação da Subestação 500 kV Campos 2 e a ampliação da Subestação Lagos, com a construção de um novo pátio de 500 kV. Somadas, as instalações representam um acréscimo de 656 km de linhas de transmissão ao SIN.

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Integrante da carteira do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), no eixo de Transição e Segurança Energética, o Projeto Guanabara também engloba estruturas associadas, como entradas de linha, interligações de barramentos, reatores, sistemas de proteção, telecomunicação, supervisão e controle operacional.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Lula e Silveira recebem setor de biocombustíveis e reforçam compromisso com a transição energética

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, receberam nesta terça-feira (9/6), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), representantes das principais entidades e empresas do setor sucroenergético brasileiro, que reconheceram os avanços alcançados pelo país com a política de biocombustíveis conduzida pelo Governo do Brasil. Durante o encontro, as lideranças também manifestaram apoio à proposta de ampliação da mistura de etanol anidro na gasolina para 32% (E32), que deverá ser submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nos próximos dias.

Segundo Silveira, a ampliação da mistura permitirá ampliar o consumo de combustível renovável produzido no país, fortalecer a segurança energética nacional e reduzir a necessidade de importação de gasolina em aproximadamente 454 milhões de litros. A proposta atende a uma demanda do setor e está respaldada por estudos técnicos realizados após a aprovação da Lei do Combustível do Futuro.

“São políticas públicas focadas no desenvolvimento do país. É segurança energética, é modicidade no preço do combustível, é descarbonização, é mais emprego, mais renda e mais desenvolvimento nacional”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.

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A ampliação para o E32 também contribuirá para evitar a emissão de cerca de 552 mil toneladas de CO₂ equivalente, reforçando o compromisso do Brasil com a descarbonização da matriz energética. A expectativa é que a proposta seja apreciada pelo CNPE nos próximos dias, dando continuidade à estratégia do governo federal de fortalecer a participação dos combustíveis renováveis na matriz energética brasileira.

Durante a reunião, os representantes do setor destacaram os resultados alcançados pela política do Combustível do Futuro, considerada um marco para a expansão dos combustíveis renováveis no Brasil. As lideranças também reconheceram o histórico de incentivo aos biocombustíveis construído ao longo dos governos do presidente Lula, apontando a agenda como fundamental para consolidar a liderança brasileira na transição energética global.

Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros do Governo do Brasil e representantes da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), do SINDAÇÚCAR Nordeste, da Siamig e da Única.

O encontro também serviu para reforçar o reconhecimento do setor às políticas públicas implementadas pelo governo federal para impulsionar os biocombustíveis, incluindo o Combustível do Futuro, o desenvolvimento do mercado de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), o avanço da captura e armazenamento de carbono e outras iniciativas voltadas à descarbonização da economia brasileira. As lideranças também destacaram o momento positivo vivido pela bioenergia nacional, impulsionado pela expectativa de uma safra recorde de etanol em 2026/2027.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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