Nacional

Renan Filho autoriza recuperação total da nova BR-349/AL e vistoria obras da ponte Penedo-Neópolis nesta sexta (26)

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O ministro dos Transportes, Renan Filho, autoriza, nesta sexta-feira (26), o início das obras que irão garantir a revitalização completa de uma extensão de 126,90 quilômetros da BR-349/AL, recentemente federalizada. O trecho abrange as antigas rodovias estaduais AL-101, AL-455 e AL-105, que conectam importantes destinos turísticos do litoral sul alagoano.

Com investimento de R$41,2 milhões, o projeto prevê a recuperação do pavimento da rodovia, melhorias em acessos estratégicos, como Praia do Gunga, e a revitalização da travessia urbana de Coruripe, entre outras intervenções. As obras irão beneficiar diretamente 300 mil moradores, de seis cidades alagoanas cortadas pela BR-349.

Ainda na sexta-feira, Renan Filho irá vistoriar o andamento das obras da ponte que, em breve, ligará as cidades de Penedo, em Alagoas, e Neópolis, em Sergipe. Demanda histórica da população, a estrutura, que recebeu investimento de R$ 203 milhões, irá substituir a travessia feita por balsas, garantindo mais segurança, conforto e integração entre os dois estados.

Cobertura de imprensa
Não é necessário credenciamento prévio para os jornalistas interessados na cobertura dos eventos.

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Serviço
Assinatura da ordem de serviço para revitalização da BR-349/AL
Data: Sexta-feira, 26 de setembro
Horário: 10h30
Local: Estacionamento do Cesp – Avenida Vereador Venâncio Rocha dos Santos, distrito de Pindorama – Coruripe (AL)

Vistoria das obras da Ponte Penedo (AL) – Neópolis (SE)
Horário: 12h30
Local: Às margens do Rio São Francisco – Penedo (AL)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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