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Renan Filho entrega novos complexos viários na Dutra e amplia integração em São Paulo

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A Rodovia Presidente Dutra (BR-116), conhecida como Via Dutra, uma das maiores concessões federais do Brasil e principal ligação rodoviária do país, recebeu nesta sexta-feira (29) dois novos complexos viários de grande porte. A entrega foi feita pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, em Guarulhos (SP).

O primeiro empreendimento é o novo viaduto que conecta a Dutra à Rodovia Hélio Smidt, principal acesso ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, o maior da América do Sul.

“Essa é uma obra muito relevante, que vai agilizar a vida das pessoas que vêm para a região. Quem precisa ir ao Aeroporto de Guarulhos, vai começar a sentir a melhoria desse conjunto de obras ”, afirmou Renan Filho.

Já a segunda entrega é um conjunto de três viadutos que integram o entroncamento da Dutra com a Rodovia Fernão Dias, a principal ligação rodoviária entre São Paulo e Belo Horizonte. A primeira parte da estrutura será liberada na próxima segunda-feira (1) e o restante no dia 7 de setembro.

Juntos, os empreendimentos executados pela RioSP mobilizaram quase 900 trabalhadores diretos e fazem parte da concessão que prevê cerca de R$1,4 bilhão em obras e tecnologia, com a Dutra totalmente iluminada e equipada com câmeras de monitoramento e sistemas de detecção automática de incidentes.

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Fim dos gargalos

As melhorias solucionam gargalos históricos da malha viária e representam avanços significativos para motoristas, passageiros e para o escoamento de cargas que circulam por esses corredores estratégicos.

Os três novos viadutos do complexo Fernão Dias interligarão as pistas que conectam São Paulo a Belo Horizonte. Com a conclusão das obras, os motoristas poderão acessar a Fernão Dias a partir das pistas expressas da Via Dutra , aumentando a fluidez e eliminando pontos de congestionamento.

Já a construção do viaduto da Hélio Smidt estabelece uma nova conexão entre a rodovia que leva o mesmo nome e a pista expressa da Dutra, ampliando a acessibilidade ao Aeroporto Internacional de Guarulhos.

“Essa inauguração em São Paulo é a sequência dos investimentos que o governo do presidente Lula faz por aqui. Nós estamos em máxima histórica de investimento no Brasil. Isso significa mais emprego, economia crescendo, mais renda para as pessoas e mais facilidade para as empresas e para a sociedade de maneira geral”, finalizou o ministro dos Transportes.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

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Fonte: Ministério dos Transportes

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MJSP cria grupo de trabalho para regulamentar banco nacional de dados sobre facções criminosas, milícias e grupos paramilitares

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Brasília, 5/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) iniciou a construção da regulamentação do Banco Nacional de Dados de Organizações Criminosas Ultraviolentas, Grupos Paramilitares ou Milícias Privadas. Para isso, foi instituído um Grupo de Trabalho Técnico (GTT), responsável por elaborar a proposta normativa que definirá as regras de funcionamento, governança, compartilhamento de informações, interoperabilidade e segurança do sistema.

Previsto no artigo 29 da Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, o Banco Nacional será uma ferramenta estratégica de integração de dados e produção de inteligência no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), destinada ao fortalecimento das ações de prevenção, monitoramento, investigação e repressão qualificada ao crime organizado.

A proposta em elaboração prevê a criação de uma base nacional unificada com informações sobre integrantes, colaboradores, financiadores e pessoas vinculadas a organizações criminosas ultraviolentas, milícias privadas e grupos paramilitares, além de registros sobre estruturas organizacionais, vínculos operacionais, financeiros e territoriais, dados de inteligência, investigações criminais e articulações interestaduais e transnacionais dessas organizações.

O sistema será coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria de Gestão e Integração de Informações (DGI), e deverá funcionar de forma integrada aos bancos estaduais que serão implementados pelas unidades da Federação. A proposta também prevê mecanismos de interoperabilidade, auditoria permanente, rastreabilidade dos acessos e elevados padrões de segurança da informação e proteção de dados.

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Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a iniciativa representa um avanço estrutural na capacidade do Estado brasileiro de enfrentar organizações criminosas que atuam de forma articulada em diferentes regiões do país. “O crime organizado não respeita divisas estaduais. Por isso, precisamos de ferramentas capazes de integrar informações, identificar conexões e permitir uma atuação coordenada entre as forças de segurança. O Banco Nacional nasce com esse propósito: transformar dados em inteligência, fortalecer as investigações e ampliar a capacidade do Estado de enfrentar facções criminosas, milícias e grupos armados que ameaçam a população brasileira”, afirmou.

O grupo de trabalho reunirá representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (Concpc) e Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG).

Também deverão ser convidados representantes do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Banco Central, Receita Federal, Ministério Público Federal, além de pesquisadores e instituições de referência na área da segurança pública, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), o Instituto Sou da Paz e o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC).

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Além de apoiar investigações e ações de inteligência, o banco permitirá identificar vínculos operacionais, financeiros e associativos entre indivíduos e organizações criminosas, fortalecer a cooperação entre os entes federativos, subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências e ampliar a integração entre os sistemas de segurança pública de todo o país.

A regulamentação também deverá estabelecer critérios objetivos para inclusão, atualização e exclusão de registros, protocolos de compartilhamento nacional e internacional de informações, mecanismos de auditoria e responsabilização, além da utilização de tecnologias avançadas para correlação de dados, análise de vínculos e apoio à atividade de inteligência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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