Agro News

Renascer Biotecnologia projeta crescimento e mira superar vendas em leilões na ExpoBrangus 2026

Publicado

A ExpoBrangus 2026 será palco de mais uma edição do tradicional remate da Renascer Biotecnologia, que projeta superar os resultados comerciais de 2025 durante os leilões programados para os dias 18 e 19 de maio.

A 7ª edição do “Renascer no Martelo” vai ofertar doses de sêmen de diferentes raças bovinas, com destaque para Brangus, Angus, Nelore, Brahman, Hereford, Braford, Charolês e Devon, consolidando o evento como uma vitrine da genética nacional.

Expectativa é superar volume comercializado em 2025

De acordo com o diretor da Renascer Biotecnologia, Leonardo Pavin, a organização do remate está em fase final e a expectativa é de um desempenho acima da média da última edição.

Em 2025, o leilão comercializou 162 mil doses de sêmen, resultado que serve como base para a meta de crescimento deste ano.

“Estamos trabalhando para entregar um leilão ainda mais forte, com genética de criatórios excepcionais e valorização da pecuária nacional”, afirma Pavin.

Genética Brangus nacional é destaque no remate

Um dos principais destaques do evento será a bateria de Brangus, composta 100% por genética nacional, segundo a empresa. Os reprodutores ofertados já possuem resultados consolidados em avaliações e competições.

Leia mais:  10ª DATAGRO Abertura de Safra discute futuro da cana, açúcar e etanol e reúne lideranças do setor em Ribeirão Preto

Pavin destaca ainda a expansão internacional do material genético produzido pela empresa, com exportações já realizadas para países como Argentina e Paraguai, reforçando a competitividade da genética brasileira no mercado sul-americano.

Condições comerciais e facilidades impulsionam demanda

A expectativa positiva também está associada ao cenário favorável da pecuária, com preços firmes para terneiros e vacas gordas, além da alta procura por matrizes prenhas.

Para estimular a participação de compradores, a Renascer Biotecnologia oferece condições comerciais diferenciadas, incluindo:

  • Prazo de 100 dias para o primeiro pagamento;
  • Frete grátis acima de 300 doses para todo o Brasil;
  • Oferta ampla e diversificada de genética bovina.

Segundo a empresa, o objetivo é ampliar o acesso dos pecuaristas à genética melhoradora com maior facilidade de pagamento e competitividade de preço.

Programação do leilão na ExpoBrangus 2026

O remate será dividido em dois dias dentro da programação oficial da ExpoBrangus 2026:

  • 18 de maio: Brangus, Angus, Nelore e Brahman
  • 19 de maio: Hereford, Braford, Charolês e Devon

O leilão terá início às 19h e será transmitido ao vivo pelo Lance Rural, Remate Web e Parceria TV.

Leia mais:  Mais uma vez, explosão em armazém de soja causa mortes
ExpoBrangus é considerada vitrine estratégica da pecuária

Para a Renascer Biotecnologia, a participação dentro da ExpoBrangus representa um diferencial estratégico importante para o setor de genética bovina.

Segundo a empresa, feiras como a ExpoBrangus funcionam como vitrines técnicas e comerciais, promovendo networking entre criadores, valorização de reprodutores e fortalecimento dos programas de melhoramento genético.

Estrutura do evento e patrocinadores

O martelo ficará sob comando do leiloeiro Fábio Crespo, com organização da Parceria Leilões e Programa Leilões.

A ExpoBrangus 2026 conta com apoio de importantes empresas e criatórios do setor, incluindo nomes como Cabanha La Coxilha, Rincon del Sarandy, Sigma Brangus, Brangus São Rafael, Brangus Paipasso, Tellechea e Associados, Cabanha São Bibiano, Cabanha La Reina, Cabanha 4 Irmãos, Reconquista Agropecuária, Cabanha Soldera, Cabanha Guarita, Cabanha Pedra Clara, GAP Genética, Brangus GR, Cia Azul Agropecuária, Camera Nutrição Animal, In Vitro, Renascer Biotecnologia, Crio Central Genética e Ortocasq.

A expectativa do setor é de que o evento reforce a importância da genética bovina brasileira e impulsione novos negócios no mercado pecuário nacional e internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Brasil avança nas negociações com os EUA, mas governo mantém etanol fora de acordo comercial

Publicado

O governo brasileiro avalia que houve avanços nas negociações comerciais com os Estados Unidos para evitar a imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros. Após uma nova rodada de reuniões técnicas com representantes do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que também foram registrados progressos na agenda de cooperação entre os dois países para o combate ao crime transnacional.

Segundo o ministro Márcio Elias Rosa, o governo brasileiro continuará concentrando os esforços na pauta tarifária, evitando ampliar o escopo das negociações para outros temas considerados sensíveis.

Cooperação bilateral ganha espaço nas negociações

De acordo com o ministro, um dos principais avanços ocorreu na proposta apresentada pelo governo brasileiro para ampliar a cooperação entre Brasil e Estados Unidos no enfrentamento ao crime transnacional.

A expectativa é que novas reuniões técnicas ocorram ainda nesta semana, acompanhadas de um encontro político com o representante comercial norte-americano, Jamieson Greer, antes do encerramento da consulta pública que servirá de base para a decisão do governo dos Estados Unidos sobre a possível adoção de novas tarifas.

Apesar do ambiente de diálogo, o governo brasileiro reforça que pretende manter as negociações focadas exclusivamente nas questões comerciais relacionadas às tarifas.

Leia mais:  Fundo de Repartição de Benefícios aumenta alcance e valor destinado ao Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade
Governo resiste à inclusão do etanol nas negociações

Um dos principais pontos defendidos pelo Brasil é a exclusão do etanol das tratativas comerciais.

Segundo Márcio Elias Rosa, discutir apenas a tarifa incidente sobre o biocombustível desconsidera a forte integração existente entre as cadeias produtivas de etanol e açúcar, além dos impactos econômicos para a indústria sucroenergética brasileira.

O ministro destacou que o setor possui importância estratégica para diversas regiões produtoras, especialmente o Nordeste, e lembrou que o açúcar brasileiro ainda enfrenta elevadas barreiras tarifárias para acessar o mercado norte-americano.

Na avaliação do governo, qualquer negociação envolvendo o etanol deve considerar o tratamento dado ao açúcar brasileiro, evitando desequilíbrios na relação comercial entre os dois países.

Setor sucroenergético apoia posição do governo

A posição defendida pelo governo brasileiro recebeu apoio de importantes entidades do setor durante audiência pública promovida pelo USTR.

Representantes da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), da União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) argumentaram que a redução das importações de etanol norte-americano pelo Brasil não está relacionada apenas às tarifas.

Segundo as entidades, o principal fator foi o crescimento acelerado da produção nacional de etanol de milho, que ampliou a oferta doméstica e reduziu a necessidade de importações.

Leia mais:  Café ganha suporte com avanço da colheita no Brasil, mas mercado monitora qualidade da safra e pressão da oferta

O setor também defende que Brasil e Estados Unidos, maiores produtores mundiais de etanol, concentrem esforços na expansão do mercado global de biocombustíveis, em vez de intensificar disputas comerciais bilaterais.

Investigação da Seção 301 aumenta pressão sobre acordo

As negociações ocorrem paralelamente à investigação aberta pelo governo dos Estados Unidos com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio.

O mecanismo permite que Washington investigue práticas comerciais consideradas prejudiciais às empresas norte-americanas e, caso identifique irregularidades, aplique medidas como sobretaxas, restrições comerciais ou outras sanções.

No caso brasileiro, a investigação envolve temas como comércio digital, propriedade intelectual, compras governamentais e outros aspectos da política comercial. Antes da decisão final, o USTR realiza uma consulta pública com empresas e entidades interessadas.

Com o prazo para conclusão do processo se aproximando, o governo brasileiro busca concentrar as negociações nos pontos considerados mais viáveis para alcançar um entendimento e preservar o fluxo comercial entre as duas maiores economias das Américas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana