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Sudeste movimenta quase 700 milhões de toneladas em 2025 e amplia protagonismo logístico

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Os portos públicos e privados da região Sudeste movimentaram 699,8 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 7,52% em relação ao ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos. O desempenho foi impulsionado principalmente pela alta das exportações, que avançaram 10,15%.

Segundo o levantamento, o resultado combina expansão da movimentação de granéis sólidos, que somaram 366,4 milhões de toneladas (+8,25%), e de granéis líquidos, com 226,1 milhões de toneladas (+9,22%). As cargas em contêineres alcançaram 72,4 milhões de toneladas (+1,53%).

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os números refletem a consolidação de um ambiente favorável ao investimento e à expansão da infraestrutura portuária. “O Sudeste concentra cadeias produtivas estratégicas para o Brasil, como mineração, energia e agronegócio. Quando ampliamos a eficiência dos portos, fortalecemos as exportações, geramos empregos e aumentamos a competitividade do país no mercado internacional”, afirmou.

“Quando ampliamos a eficiência dos portos, fortalecemos as exportações, geramos empregos e aumentamos a competitividade do país” Silvio Costa Filho

Já o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, afirmou que o desempenho regional é resultado de planejamento e previsibilidade regulatória. “O Sudeste reúne ativos maduros, infraestrutura consolidada e forte participação da iniciativa privada. O crescimento equilibrado dos portos demonstra a confiança do mercado e a capacidade de resposta do setor à demanda produtiva do país”, destacou.

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Crescimento em todos os portos

Além de abrigar três dos cinco portos com maior movimentação do país em 2025, o Sudeste registrou crescimento em todos os seus terminais. Entre os públicos, o Porto de Santos (SP), maior complexo portuário do país, movimentou 142,8 milhões de toneladas (+2,98%), com destaque para contêineres, soja, açúcar e milho. Já o Porto de Itaguaí (RJ) alcançou 62,8 milhões de toneladas no ano (+3,55%), com minério de ferro respondendo por 92,2% desse total.

Entre os terminais privados, o de Tubarão (ES) movimentou 87,4 milhões de toneladas (+12,9%), impulsionado pelo minério de ferro (92,3% do total). O Terminal Aquaviário de Angra dos Reis (RJ) movimentou 70,4 milhões de toneladas (+12,28%), enquanto o de Açu (RJ) registrou o maior crescimento percentual da região, com alta de 20,31% e 60,4 milhões de toneladas movimentadas, ambos exclusivamente com petróleo e derivados.

Quanto aos principais tipos de carga movimentadas na região, o minério de ferro liderou, com 239,1 milhões de toneladas, seguido por petróleo e derivados, que somaram 217,1 milhões. A soja também teve participação relevante, com 39,6 milhões de toneladas movimentadas ao longo do ano. O avanço desses segmentos confirma o Sudeste como base do escoamento mineral e energético brasileiro, além de corredor estratégico para a produção agroindustrial.

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Conexão internacional

Dos quase 700 milhões de toneladas movimentadas na região, 531,2 milhões foram por meio do chamado transporte de longo curso (entre portos de diferentes países), o que evidencia a forte integração da região com os mercados internacionais. Já a navegação de cabotagem (entre portos do Brasil) também avançou (+5,91%), alcançando 137,4 milhões de toneladas, reforçando a importância do transporte marítimo na integração da costa brasileira.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

MME abre consulta pública do Plano Decenal de Expansão de Energia 2036

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta quinta-feira (8/10), a consulta pública do Relatório Síntese do Plano Decenal de Expansão de Energia 2036 (PDE 2036). Elaborado junto à Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o documento apresenta as principais perspectivas para a oferta e a demanda de energia no Brasil entre 2027 e 2036.

A partir desta edição, o PDE passa a ser apresentado com uma nova estrutura. Historicamente, o plano reunia mais de 600 páginas. Agora, os principais resultados passam a ser consolidados em um Relatório Síntese, com conteúdo mais objetivo e acessível ao público. As informações do PDE 2036 começaram a ser publicadas em julho deste ano, com a divulgação do Caderno de Contexto, Perspectivas e Premissas, que reúne o contexto nacional e internacional e as premissas econômicas e demográficas que orientam as análises do plano.

Nesta edição, o Relatório Síntese está organizado em quatro capítulos. O primeiro apresenta uma visão geral do plano, com destaques sobre segurança energética, transição energética e investimentos do setor nos próximos dez anos, além da projeção agregada de demanda e oferta de energia. Os Capítulos 2 e 3 detalham, respectivamente, a demanda e a oferta de energia. Outra novidade desta edição é o Capítulo 4, “Questões para o Futuro do Setor Energético Brasileiro”, aberto à participação de instituições, empresas, especialistas e cidadãos, que poderão indicar temas relevantes a serem tratados nos próximos anos. O conteúdo deste capítulo será consolidado na versão final do relatório, a partir das contribuições recebidas na consulta pública e da avaliação técnica do MME e da EPE.

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Como complemento ao Relatório Síntese, dez cadernos temáticos do PDE 2036 serão publicados nas próximas semanas, detalhando as análises e projeções para diferentes áreas do setor energético:

  • Demanda de Energia;

  • Eletromobilidade;

  • Eficiência Energética e Recursos Energéticos Distribuídos;

  • Produção de Petróleo e Gás Natural;

  • Refino e Infraestrutura de Abastecimento;

  • Gás Natural;

  • Biocombustíveis e Combustíveis Sintéticos;

  • Geração de Energia Elétrica;

  • Transmissão de Energia Elétrica;

  • Meio Ambiente, Sociedade e Energia.

Para participar da consulta pública, os interessados poderão enviar suas contribuições até o dia 6 de novembro, por meio do portal do MME e pela plataforma Brasil Participativo. 

Acesse aqui o Relatório Síntese e os estudos complementares do PDE 2036.
 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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