Tribunal de Justiça de MT

TJMT amplia ações de sustentabilidade e gera benefícios diretos à população e ao meio ambiente

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Foto em plano aberto que mostra diversas placas solares instaladas sobre o teto do Tribunal de JustiçaO Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) vem avançando de forma consistente na promoção e no aprimoramento de ações de sustentabilidade alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, especialmente o ODS 7 – Energia Limpa e Acessível. A iniciativa reflete um compromisso institucional que alia modernização, responsabilidade ambiental e melhoria dos serviços prestados à sociedade.

Nesse contexto, o TJMT vem trabalhando para implantação de usinas geradoras de energia solar fotovoltaica, projeto que prevê a produção de energia limpa a partir de fontes renováveis. A iniciativa complementa os sistemas tradicionais de fornecimento de energia e promove a redução de custos operacionais a médio e longo prazo, permitindo que os recursos economizados sejam revertidos em melhorias na estrutura do Judiciário e na qualidade do atendimento ao cidadão.

As ações são fundamentadas na adoção de novas tecnologias, em conformidade com a Resolução nº 114/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com foco em inovação em informática, eficiência energética e diretrizes sustentáveis. Ao investir em soluções modernas, o Judiciário mato-grossense contribui para a redução do consumo de recursos naturais, a diminuição da emissão de gases poluentes e o uso mais racional do dinheiro público, gerando ganhos diretos para a população.

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O projeto também contribui para a diversificação da matriz energética de 19 fóruns localizados nas comarcas de Aripuanã, Brasnorte, Campinápolis, Colniza, Cotriguaçu, Matupá, Nova Canaã do Norte, Nova Monte Verde, Nova Ubiratã, Novo São Joaquim, Paranaíta, Porto Esperidião, Querência, Ribeirão Cascalheira, Cláudia, Tabaporã, Tapurah, Terra Nova do Norte e Vera, ampliando o alcance das práticas sustentáveis em diferentes regiões do estado.

Atualmente, os sistemas de energia solar já estão em uso nos edifícios dos fóruns de Nova Xavantina, Cuiabá, Várzea Grande e Primavera do Leste, além da sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Programa Magistratura e Sociedade discute relações de poder no Judiciário com filósofo Silvio Gallo

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Cartaz digital com a foto de um homem calvo e de óculos em um círculo. Traz o texto Já está no ar a 36ª edição do programa Magistratura e Sociedade, trazendo uma reflexão profunda sobre o papel do poder nas relações sociais, educacionais e no âmbito do Judiciário. O episódio apresenta entrevista com o filósofo e pedagogista brasileiro Silvio Donizetti de Oliveira Gallo, referência na área de Filosofia da Educação e autor de estudos fundamentais sobre pedagogia libertária no Brasil.

A conversa é conduzida pelo juiz de Direito e professor de Filosofia da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Gonçalo Antunes de Barros Neto, e tem como tema “Jurisdição, Sociedade e Formação Filosófica”.

Durante a entrevista, Gallo propõe uma leitura crítica inspirada no pensamento do filósofo francês Michel Foucault, destacando que todas as relações humanas são atravessadas por relações de poder — desde os vínculos econômicos e afetivos até o exercício da docência e da jurisdição. Segundo ele, reconhecer essa dinâmica é essencial para compreender o papel dos diferentes atores envolvidos, especialmente no sistema de Justiça.

“O magistrado, ao proferir sua decisão, também exerce um poder”, explica o filósofo, ressaltando que os processos judiciais são permeados por múltiplas forças e interesses em disputa. Gallo chama atenção para a necessidade de uma postura crítica diante do poder. “Precisamos sempre desconfiar do poder, porque nenhum poder é legítimo por natureza.”

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No programa, o entrevistado destaca ainda que essa reflexão é particularmente relevante no Poder Judiciário, cuja legitimidade não se funda no voto popular, reforçando a importância de uma atuação consciente, ética e sensível às complexidades sociais. Ao longo do programa, outros aspectos relacionados à formação filosófica, ao papel da educação e à atuação crítica dos profissionais do Direito também são abordados.

Produzido pela Esmagis-MT, com apoio da Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça, o programa Magistratura e Sociedade busca fortalecer a formação humanística da magistratura, incentivando a reflexão crítica sobre o papel social da Justiça e promovendo uma prática jurisdicional mais ética, equilibrada e humanizada.

O programa completo pode ser assistido neste link.

https://www.youtube.com/watch?v=xigv9xQGeEo

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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