Educação

Webinário do MEC discute IA na educação básica

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O Ministério da Educação (MEC) promoveu o webinário “IA na educação básica: caminhos para o currículo e a prática docente” na quarta-feira, 8 de abril, às 15h, com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. Durante a agenda será apresentado o documento orientador “Inteligência Artificial na Educação Básica”, que aborda caminhos curriculares e práticas éticas de uso de IA nas escolas. Também haverá o lançamento do curso “IA na prática docente: uso ético, criativo e pedagógico”, voltado a professores do ensino médio, que será disponibilizado na plataforma Mais Professores. As ações integram a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec)

O webinário será realizado em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O objetivo é apresentar e debater as diretrizes do MEC para o uso e o ensino da inteligência artificial nas escolas brasileiras de educação básica, com ênfase na abordagem ética, crítica e pedagógica. A agenda é voltada aos gestores estaduais e municipais, às equipes técnicas das secretarias, aos professores, à comunidade escolar, à imprensa, aos parceiros institucionais e à sociedade civil. 

Entre as autoridades, participam a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, e a coordenadora do Setor de Educação da Unesco no Brasil, Maria Rebeca Gomes, além de docentes e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto Federal Farroupilha (IFFae) e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa). 

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Escolas Conectadas – A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), do MEC, promove a educação digital e midiática como pilar para a transformação das escolas públicas. A Enec articula políticas públicas para universalizar a conectividade com qualidade e garantir o uso pedagógico intencional das tecnologias e está estruturada em seis eixos interligados. Na dimensão pedagógica, além das ações mencionadas, a Enec busca fortalecer o uso da tecnologia de forma consciente e segura a partir de diversas ações, como: 

  • apoio direto às redes de ensino: assessoria técnica para atualização curricular e formação docente, com oferta de especialização, alcançando mais de 4.700 municípios e 6.400 profissionais, em parceria com universidades públicas; 
  • publicação do Guia de Educação Digital e Midiática e do Referencial de Saberes Digitais Docentes, com mais de 186 mil respostas na ferramenta de autodiagnóstico nacional de professores; 
  • formação continuada de professores: ampliação da oferta no Portal Mais Professores, com 83 cursos disponíveis sobre educação digital e midiática e mais de 471 mil certificados emitidos; 
  • disponibilização da plataforma MECRED, com mais de 36 mil recursos educacionais digitais disponíveis para uso pedagógico; 
  • entrega dos primeiros livros didáticos de educação digital e midiática, em 2026, a todas as escolas de ensino médio, por meio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). 
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Essas ações impulsionam a inovação pedagógica, fortalecem a formação docente e promovem a equidade no letramento digital e midiático da comunidade escolar. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Resolução regulamenta bolsas e atividades de residentes

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS), regulamentou a participação de residentes de programas de saúde em cursos de pós-graduação e o recebimento de bolsas adicionais. A medida consta na Resolução CNRMS nº 2, de 11 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 12 de agosto.

A resolução estabelece regras para o regime de dedicação exclusiva dos Programas de Residência em Área Profissional da Saúde (PRAPS). O texto estabelece que o cumprimento da carga horária de dedicação exclusiva não impede a participação do residente em ofertas educacionais, aperfeiçoamentos ou programas de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, desde que haja compatibilidade de horários e com o projeto pedagógico do programa.

A norma também estabelece critérios para o recebimento cumulativo de bolsas de ensino, pesquisa e extensão ou auxílios de apoio financeiro, permitindo o acúmulo de rendimentos quando vinculados a projetos de desenvolvimento acadêmico, científico ou tecnológico na área da saúde. A participação deve ser previamente acompanhada pela Comissão de Residência Multiprofissional (Coremu) de cada instituição credenciada.

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Segundo o regramento institucional, as regras visam assegurar o desenvolvimento integral das competências profissionais, a qualificação do atendimento prestado ao Sistema Único de Saúde (SUS) e o fortalecimento do ensino integrado à prática assistencial nas unidades de saúde do país.

É importante ressaltar que, mesmo com as alterações promovidas pela nova regra, os estudantes seguem impedidos de acumular empregos ou atividades que inviabilizem a carga horária da residência. Além disso, a participação em cursos e projetos externos deve ser sempre compatível com os objetivos pedagógicos do PRAPS. O descumprimento das regras pode acarretar sanções administrativas e perda de benefícios.

Pró-Residência — O Programa Nacional de Bolsas para Residências em Área Profissional da Saúde (Pró-Residência) é uma iniciativa desenvolvida em parceria entre o MEC e o Ministério da Saúde. O programa tem como objetivo incentivar a formação de especialistas em modalidades multiprofissionais e uniprofissionais, prioritariamente em regiões e especialidades estratégicas para o atendimento público de saúde, mediante a concessão de bolsas de estudo e apoio às instituições de ensino e saúde do país.

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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