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Revista Pensar Agro destaca o impacto da Lei do Combustível do Futuro

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A nova edição da Revista Pensar Agro aborda com profundidade a importância da Lei do Combustível do Futuro, sancionada em 8 de outubro, com foco nas metas de descarbonização da matriz energética do Brasil.

A lei promove o uso de biocombustíveis e tecnologias inovadoras, essencial para a transição energética do país. Ela busca não apenas a redução de emissões de carbono, mas também fomentar a economia de baixo carbono, incentivando a inovação, a inclusão social e o desenvolvimento regional. Este é um momento chave, visto o debate global sobre mudanças climáticas e a crescente demanda por soluções sustentáveis no setor energético.

Além disso, a revista apresenta o lançamento da coluna Agro Arábia, que visa estreitar os laços entre o agronegócio brasileiro e os mercados árabes. A coluna será editada por Maria Cristina Calil, economista com mais de 30 anos de experiência nas relações institucionais entre o Brasil e os países do Golfo, e assistida por Marco Calil, especialista em comunicação e estudos orientais.

Outros temas de destaque incluem o desenvolvimento do mercado de créditos de carbono no Brasil, o impacto da pecuária sustentável, a inteligência emocional como diferencial estratégico para líderes no agronegócio, e a análise das perspectivas da safra 24/25.

Leia mais:  Abertura de novos mercados para o Brasil nos Estados Unidos, no Irã, em Santa Lúcia e no Uruguai

A nova edição da Pensar Agro já está disponível e para acessar, basta clicar aqui

Fonte: Pensar Agro

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Declaração do Pantanal reúne 19 países em prol da conservação das espécies migratórias

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A Declaração do Pantanal, lançada pelo Governo do Brasil durante o Segmento de Alto Nível da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15 da CMS), em 22 março, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já reúne 19 países comprometidos com a proteção das espécies migratórias e de seus habitats a nível global. 

Inicialmente adotada por Brasil, Bolívia e Paraguai durante o Segmento de Alto Níveld a COP15, a iniciativa rapidamente ganhou adesão internacional. Em menos de um mês, outros 16 países aderiram ao compromisso: África do Sul, Chile, Costa Rica, Equador, Etiópia, Gana, Ilhas Cook, Mongólia, Panamá, Peru, Quênia, República Dominicana, Samoa, Uruguai, Uzbequistão e Zimbábue. 

A ampliação do número de signatários demonstra o reconhecimento da importância estratégica do Pantanal — uma das maiores áreas úmidas do planeta — para a conservação da biodiversidade e para a manutenção das rotas de espécies migratórias em escala global. 

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A declaração reforça a necessidade de cooperação internacional para enfrentar desafios como a perda de habitat, a mudança do clima e a degradação ambiental, promovendo ações coordenadas entre os países. O documento também destaca o papel dos ecossistemas úmidos na provisão de serviços ambientais essenciais, como regulação hídrica, sequestro de carbono e manutenção da biodiversidade. 

Com a adesão de novos países, a Declaração do Pantanal se consolida como uma iniciativa relevante no âmbito da governança ambiental internacional, fortalecendo o compromisso coletivo com a conservação das espécies migratórias e a proteção de ecossistemas estratégicos. 

Confira a Declaração do Pantanal completa aqui em português, inglês e espanhol 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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