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Representações discutem no Amapá trabalho decente no Brasil

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O Amapá realizou na terça-feira (23/09) sua etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT), que vai ocorrer em todos os estados até o final do ano. O objetivo é debater os principais desafios do mundo do trabalho nos estados e construir propostas para a II Conferência Nacional, prevista para março de 2026, em São Paulo.

A etapa estadual aconteceu na capital Amapá reunindo cerca de 114 pessoas, sendo 60 delegados e delegadas e 54 convidados, observadores ou participantes. O encontro tripartite (governo, trabalhadores e empregadores) teve o apoio técnico da Organização Internacional do Trabalho (OIT). De acordo com o superintendente regional do trabalho do Amapá, Michel Paranhos, a etapa estadual da II CNT se consolidou como um espaço de escuta, participação e construção coletiva, reafirmando o compromisso do estado com a valorização do trabalho decente e com o fortalecimento das políticas públicas de emprego e renda.

Na mesa de abertura, estivam presentes o vice-governador do Amapá, Antonio Teles Junior, que representou o governador; o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Marcos Perioto, representando o ministro Luiz Marinho; o superintendente regional do Trabalho e Emprego no Amapá, Michel Paranhos; e o secretário adjunto do Trabalho e Empreendedorismo do estado, Ezequias Costa, em substituição ao secretário Marcelino Flexa; além da coordenadora da Área de Cooperação Sul-Sul e Parcerias da OIT, Fernanda Barreto; a assessora jurídica da Federação da Agricultura e Pecuária do Amapá, Renata Melo, representando os empregadores; e a dirigente sindical dos Empregados em Turismo e Hospitalidade, Dulciléa de Matos Barbosa, representando a bancada dos trabalhadores.

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Para Marcos Perioto, secretário de Relações do Trabalho do MTE e que coordena o evento em nível nacional,  o evento reforça o caráter democrático da Conferência, que busca reunir diferentes vozes e perspectivas para formular propostas em defesa do trabalho decente no Brasil.

Confira as informações da II Conferência Nacional do Trabalho. https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/conferencia-nacional-do-trabalho/conferencia-nacional-do-trabalho-cnt/ 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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