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Complexo Eólico Babilônia Centro amplia geração de energia renovável na Bahia

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O Complexo Parques Eólicos Babilônia Centro, localizado entre os municípios de Morro do Chapéu e Várzea Nova, na Bahia, entrou em operação comercial no dia 7 de outubro. Com investimento avaliado em R$ 2,34 bilhões, o empreendimento é composto por 123 aerogeradores distribuídos em oito parques eólicos, que juntos somam 553,50 megawatts (MW) de capacidade instalada.

Integrante do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o complexo representa um marco no avanço da geração renovável no Nordeste.

O projeto mobilizou, durante a etapa de construção, cerca de 16,7 mil postos de trabalho diretos, impulsionando a economia local e contribuindo para o desenvolvimento regional. O complexo se conecta à Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) por meio da subestação Ourolândia II, de 500 quilovolt (kV), garantindo a integração segura da energia gerada ao sistema elétrico nacional.

O licenciamento ambiental foi conduzido pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (INEMA-BA), que emitiu também a Licença de Operação (LO).

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Com o início das operações, o complexo reforça o compromisso do país com a transição energética sustentável, ampliando a participação das fontes renováveis na matriz elétrica brasileira e contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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