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Ministro Carlos Fávaro integra comitiva do presidente Lula em missão oficial à Indonésia e à Malásia

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Nesta terça-feira (21), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva embarca para missão oficial à Indonésia e à Malásia, que será realizada entre os dias 23 e 28 de outubro. A comitiva contará com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Nos dois países, estão previstas reuniões bilaterais com autoridades e representantes do setor agropecuário, com o objetivo de aprofundar laços de cooperação e ampliar o acesso dos produtos brasileiros a novos mercados. Também estão na pauta acordos voltados ao intercâmbio de práticas agrícolas sustentáveis.

As agendas reforçam o compromisso do governo brasileiro em fortalecer as parcerias estratégicas com os países do Sudeste Asiático e ampliar a presença do Brasil na região.

INDONÉSIA

Em Jacarta, capital da Indonésia, Lula será recebido em visita de Estado nos dias 23 e 24 de outubro, em retribuição à visita do presidente indonésio, Prabowo Subianto, ao Brasil, em julho deste ano. A agenda marca um novo capítulo nas relações bilaterais, com ênfase em cooperação econômica, agrícola, energética e de desenvolvimento sustentável.

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Está prevista agenda do ministro Fávaro com as contrapartes no dia 23 de outubro.

MALÁSIA

De 24 a 28 de outubro, Lula cumpre agenda oficial em Kuala Lumpur, a convite do primeiro-ministro Anwar Ibrahim, e participa da 47ª Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). A visita tem como objetivo intensificar e diversificar o comércio e os investimentos bilaterais, com foco em setores estratégicos como energia, ciência, tecnologia e inovação.

Será a primeira vez que um chefe de Estado brasileiro participará de uma Cúpula da ASEAN, marcada para os dias 26 e 27. No dia 28, Lula também participará da 30ª Cúpula do Leste Asiático, onde apresentará a visão do governo brasileiro sobre resiliência econômica e cooperação entre a ASEAN e o BRICS.

FLUXO COMERCIAL

Em setembro de 2025, o comércio bilateral entre Brasil e Indonésia alcançou US$ 567,8 milhões. As exportações brasileiras somaram US$ 373,3 milhões, e as importações US$ 194,5 milhões. A Indonésia ocupa o 19º lugar entre os destinos das exportações brasileiras. O Brasil exporta principalmente farelo de soja, óleos brutos de petróleo, açúcares e melaço, enquanto importa gorduras e óleos vegetais, calçados e peças automotivas. Há também investimentos recíprocos em setores como mineração, sucroalcooleiro, papel e celulose, tabaco e têxteis.

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Na Malásia, o comércio bilateral chegou a US$ 487,2 milhões no mesmo período, com US$ 346,4 milhões em exportações brasileiras e US$ 140,9 milhões em importações. O país ocupa o 23º lugar entre os principais destinos das exportações do Brasil.

Com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Cachaça mineira movimenta mais de R$ 624 milhões e consolida Minas Gerais como líder nacional do setor

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Minas Gerais segue ampliando sua liderança na produção de cachaça no Brasil e reforçando a importância econômica e cultural da bebida para o agronegócio estadual. No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou um panorama atualizado do setor, revelando que a cadeia produtiva movimentou R$ 624,7 milhões em 2025.

Os números consolidam a força da cachaça mineira dentro e fora do país, além de evidenciar o crescimento da atividade em geração de renda, arrecadação e empregos formais.

De acordo com a Seapa, o estudo apresenta informações estratégicas sobre produção, mercado, exportações e desempenho econômico da cadeia produtiva. O material também reforça o papel da bebida como patrimônio cultural e ativo relevante para a expansão do agronegócio mineiro no mercado internacional.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, um dos principais destaques do levantamento é o avanço das vendas para fora de Minas Gerais. Atualmente, 54% do faturamento da cachaça mineira já vem do mercado interestadual e das exportações, demonstrando a crescente inserção do produto em novos mercados consumidores.

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Além do faturamento expressivo, o setor também tem forte impacto na arrecadação estadual. Em 2025, a cadeia produtiva gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, fortalecendo a contribuição da atividade para a economia mineira.

Minas concentra 40% dos produtores de cachaça do Brasil

O levantamento confirma que Minas Gerais permanece como o principal polo produtor de cachaça do país. O estado reúne 501 estabelecimentos formais registrados, número que representa cerca de 40% de todas as unidades produtoras do Brasil.

A ampla presença da atividade em diferentes regiões mineiras evidencia a tradição histórica da produção artesanal e industrial da bebida, além da importância da cadeia para pequenos produtores, agroindústrias familiares e empreendimentos rurais.

A distribuição da produção também fortalece economias regionais, impulsionando o turismo rural, a gastronomia típica e a valorização de produtos de origem mineira.

Exportações avançam e ampliam presença internacional

O mercado externo também vem ganhando relevância para o setor. Segundo a Seapa, a cachaça produzida em Minas Gerais ampliou sua presença internacional em 2025, com destaque para exportações destinadas ao Uruguai, Estados Unidos e Itália.

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Os três países concentram parcela significativa das vendas externas da bebida e reforçam o potencial da cachaça como produto estratégico para a internacionalização do agro mineiro.

A expansão internacional acompanha o aumento da valorização da cachaça premium e artesanal no exterior, especialmente em mercados que buscam bebidas destiladas com identidade regional, tradição e produção diferenciada.

Setor amplia geração de empregos e fortalece produção artesanal

Outro ponto destacado no levantamento é o crescimento dos empregos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. O setor mantém trajetória positiva nos últimos anos, refletindo o aumento da produção, da formalização e da demanda por produtos de maior valor agregado.

Com dados consolidados e análise detalhada, o panorama divulgado pela Seapa reforça a importância da cadeia produtiva da cachaça para Minas Gerais, tanto na geração de renda quanto na valorização da cultura regional e no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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