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Em 2025, seis aeroportos do Nordeste batem recorde de movimentação da última década

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A aviação civil do Nordeste mantém ritmo acelerado de crescimento, impulsionada pelo potencial turístico e pela ampliação das rotas aéreas. Com praias paradisíacas, rica diversidade cultural e infraestrutura em expansão, os estados nordestinos seguem entre os destinos mais procurados do país, consolidando o turismo como um dos principais motores da economia regional.

O aumento do turismo reflete diretamente na aviação civil. Seis aeroportos do Nordeste registraram 14.861.390 passageiros, entre janeiro e setembro de 2025, o maior movimento da última década. Recife (PE), Maceió (AL), Porto Seguro (BA), São Luís (MA), João Pessoa (PB) e Aracaju (SE), todos superaram os níveis de 2019, último pico antes da pandemia, confirmando a recuperação e o fortalecimento do setor.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Aeroporto Internacional do Recife lidera o ranking com 7.170.743 passageiros no acumulado de janeiro a setembro de 2025, seu maior volume já registrado, representando um crescimento de 48% em relação a 2015. Em seguida, Maceió (Rio Largo) e Porto Seguro atingiram números recordes, com altas de 50% e 76%, respectivamente. João Pessoa (Santa Rita), São Luís e Aracajú também apresentaram forte retomada, refletindo o aumento do fluxo de turistas e a ampliação das conexões aéreas.

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O movimento no aeroporto de Salvador (BA) totalizou 5.732.361 passageiros no acumulado de 2025, número próximo ao recorde histórico de 2018, quando foram registrados 5.717.225 embarques e desembarques. Já Fortaleza (CE) contabilizou 4.433.174 passageiros em 2025, abaixo do pico da série histórica, mas se mantendo entre os maiores terminais da região.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que esta fase positiva também se deve ao ambiente econômico favorável e à atuação coordenada do Governo Federal. “Esse movimento reflete tanto o bom momento econômico vivido pelo Brasil quanto a efetividade das políticas públicas implementadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos para melhorar a infraestrutura aeroportuária do país, aumentar a oferta de voos e o atendimento de novas localidades”, enfatizou.

Ao mesmo tempo, os resultados refletem também o avanço no processo de internacionalização dos aeroportos e a abertura de novas rotas internacionais, consolidando o papel do Nordeste como uma das principais portas de entrada e saída do Brasil.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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