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MME destaca avanço da expansão de fontes renováveis na matriz elétrica brasileira

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nessa quinta-feira (27/11), do painel “Novo modelo de regulação do setor elétrico e transição energética: fontes renováveis, hidrogênio verde, subsídio cruzado e eficiência energética”, durante o Experience 2025, promovido pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB).

Representando o MME, o secretário Nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho, destacou a importância de debates sobre a modernização regulatória e a expansão da participação do uso de fontes limpas na promoção da justiça social, no desenvolvimento econômico e na melhoria da qualidade de vida da população.

“Discutir regulação, fontes renováveis, hidrogênio de baixo carbono, eficiência energética e equilíbrio tarifário significa discutir justiça social, desenvolvimento e qualidade de vida para milhões de brasileiros. Vivemos um período de transformações estruturantes e o Brasil ingressa nessa nova etapa da transição energética com um patrimônio valioso: uma matriz elétrica majoritariamente renovável e instituições sólidas, reconhecidas internacionalmente por sua capacidade técnica e pela qualidade de sua governança”, disse.

Na ocasião, foram abordados temas como segurança jurídica, ambiente de negócios, reequilíbrio econômico-financeiro de contratos, estruturação de seguros e garantias, financiamento e atração de investimentos. O evento contou ainda com a apresentação de painéis sobre transição energética, descarbonização da matriz de transportes, padrões de financiamento, saneamento básico e resíduos sólidos, reforçando a integração entre infraestrutura, inovação e sustentabilidade.

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João Daniel também reforçou o compromisso da Pasta com a modernização do setor elétrico, como a abertura gradual do mercado, a criação do Supridor de Última Instância, a revisão de subsídios e o estímulo ao uso de fontes renováveis na matriz energética, além da modernização regulatória e incorporação de novas tecnologias que estão redesenhando o setor.

“Cada aprimoramento regulatório repercute na segurança energética, nos investimentos, na competitividade e na vida cotidiana das famílias brasileiras. Nosso esforço é harmonizar inovação, sustentabilidade, eficiência e proteção ao consumidor, sempre com foco na modicidade tarifária”, afirmou.

Durante o evento, foram apresentados, ainda, projetos de infraestrutura da União, estados e municípios, incluindo iniciativas em Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões, projeções de investimentos para os próximos anos e os principais desafios, gargalos e oportunidades para o avanço da infraestrutura nacional.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Nacional

Ministério dos Transportes vistoria obras da Fico e reforça expansão da malha ferroviária nacional

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O secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro acompanhou, nesta quinta-feira (25), o avanço das obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), em Goiás. Integrada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), a ferrovia formará um dos principais corredores de exportação do Brasil, conectando regiões produtoras do Centro-Oeste aos portos e ampliando a competitividade logística do país.

Com 364 quilômetros de extensão, o trecho está em construção pela Vale como parte das contrapartidas da renovação antecipada da concessão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). O modelo de investimento cruzado permite executar uma nova infraestrutura ferroviária estratégica com recursos privados, reforçando a parceria entre o poder público e a iniciativa privada na expansão da malha ferroviária nacional.

Ao sobrevoar as obras, Leonardo Ribeiro destacou o avanço do empreendimento e o papel da FICO na transformação da logística nacional.
“A FICO é muito mais do que uma ferrovia. Estamos falando de uma infraestrutura estratégica, que terá impacto direto no PIB brasileiro ao integrar a produção do Centro-Oeste à Ferrovia Norte-Sul e, futuramente, ao Corredor Leste-Oeste. Com o leilão desse corredor, o país ganhará uma nova alternativa logística para o escoamento da produção, reduzindo custos de transporte, aumentando a competitividade e fortalecendo o comércio exterior”, afirmou o secretário.

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Corredor Leste-Oeste

A Fico I integra um projeto ainda maior: o Corredor Ferroviário Leste-Oeste, que terá conexão com a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e com a Ferrovia Norte-Sul, formando um dos mais importantes eixos ferroviários em desenvolvimento no Brasil.

Com extensão prevista de 1.708 quilômetros, o empreendimento atravessará Bahia, Goiás e Mato Grosso. A ferrovia atenderá importantes regiões produtoras do oeste baiano, do Mato Grosso e do Matopiba, criando uma nova alternativa logística para o escoamento da produção regional em direção ao Porto Sul, em Ilhéus.
Para o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, a FICO demonstra o potencial da atuação conjunta entre o poder público e a iniciativa privada para acelerar investimentos estruturantes.

“Em pouco tempo já é possível perceber o avanço das obras e a transformação que esse empreendimento representa para a infraestrutura brasileira. Esse resultado é fruto do trabalho conjunto entre o Ministério dos Transportes, a ANTT, a Infra S.A. e a iniciativa privada, que transformou uma política pública em uma obra capaz de gerar desenvolvimento, emprego e competitividade para o Brasil,” explicou Sampaio.

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Leilões ferroviários

O Corredor Leste-Oeste integra a carteira ferroviária estruturada pelo Ministério dos Transportes para os próximos anos. Em novembro de 2025, a pasta lançou a primeira Política Nacional de Outorgas Ferroviárias e apresentou a maior carteira ferroviária da história recente do país.

Ao todo, estão previstos oito leilões ferroviários, que somam mais de 9 mil quilômetros de extensão e têm potencial para atrair cerca de R$ 160 bilhões em investimentos, com projeção de movimentar até R$ 600 bilhões ao longo do ciclo de implantação e operação dos empreendimentos.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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