Tribunal de Justiça de MT

Controle não judicial de políticas públicas do direito à saúde é tema do Explicando Direito

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Está no ar a 52ª edição do programa Explicando Direito, com uma entrevista com o advogado e auditor público do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso Natel Laudo da Silva. Doutorando pela Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp/SP) e mestre em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso, ele é autor da obra “Controle Não Judicial de Políticas Públicas e Efetividade do Direito Fundamental à Saúde”, assunto que foi abordado na entrevista conduzida pelo juiz Antônio Veloso Peleja Júnior.

“Esse tema, controle não judicial, não se trata de forma alguma de menosprezar o controle judicial, ou dizer que ele é menos importante, ou negar a previsão constitucional desse controle que está vigente e que é importante. A intenção foi dizer que existe uma seara de controle preventivo anterior ao controle judicial, visando à efetividade, que eu chamo na obra de eficácia social do direito à saúde por meio de controle de políticas públicas, dizendo, então, que existem instrumentos extrajudiciais nessa estrutura de controle não judicial, que podem, inclusive, prevenir a atuação do Judiciário, que é uma atuação por demanda e que está, de certa forma, assoberbada.”

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Dentre os assuntos abordados no programa estão o consensualismo na administração pública, permitindo um diálogo mais aberto entre a administração e os cidadãos demandantes; e o controle interno, previsto no artigo 74 da Constituição Federal, que faz avaliação, controle e monitoramento das políticas de saúde. “Com esse controle interno mais fortalecido, temos também uma prevenção para que demandas na área da saúde não cheguem até o Poder Judiciário”, assinalou o entrevistado, que abordou ainda detalhadamente o trabalho do Tribunal de Contas do Estado com relação a essa temática.

“Nós passamos por uma pandemia e as mazelas da saúde não aconteceram na pandemia, elas vinham acontecendo e a pandemia apenas nos revelou que precisamos melhorar e muito em todas as frentes de controle, seja controle interno, seja controle externo, seja pelos órgãos independentes, tribunais de contas, ministério público, mas também controle judicial e controle social”, destacou.

O programa Explicando Direito – uma produção da Assessoria de Comunicação da Esmagis em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça -, desenvolve conhecimento sobre temas jurídicos e sociais, visando ao aperfeiçoamento das relações humanas.

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Confira neste link a íntegra do programa.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Psicólogos podem se credenciar para atuar na Comarca de Peixoto de Azevedo

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A Comarca de Peixoto de Azevedo (676km de Cuiabá) abriu processo seletivo para credenciamento de profissionais da área de Psicologia, que atuarão no atendimento a magistrados e servidores do Poder Judiciário local. O Edital 09/2026 prevê formação de cadastro de reserva.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no período de 4 a 29 de maio de 2026, por meio do endereço eletrônico https://processoseletivo.tjmt.jus.br.

Para participar, os candidatos devem ter graduação em Psicologia, registro no Conselho Regional da categoria e atender aos demais requisitos previstos no edital, como não possuir antecedentes criminais e ter idade mínima de 21 anos.

O processo seletivo será realizado por análise documental e avaliação da formação acadêmica e da experiência profissional dos candidatos. Entre os critérios de pontuação estão tempo de serviço público, experiência na área, especializações, mestrado, doutorado e participação em cursos e congressos relacionados à Psicologia.

Os profissionais credenciados poderão atuar em atividades como avaliação psicológica, atendimento psicoterapêutico individual e em grupo, acompanhamento emocional de magistrados e servidores, além de participação em programas voltados à saúde emocional no ambiente de trabalho.

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O processo seletivo terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado pelo mesmo período. Já o credenciamento dos profissionais também poderá durar até 24 meses, com possibilidade de prorrogação.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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