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MME participa de cerimônia que marca início da produção do campo de Bacalhau, no Pré-Sal da Bacia de Santos

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nessa segunda-feira (15/12), no Rio de Janeiro, da cerimônia que celebrou o início da produção de campo de Bacalhau, localizado no Pré-Sal da Bacia de Santos. Considerado um dos projetos mais relevantes em desenvolvimento no país, o campo representa um marco para o setor energético brasileiro ao combinar alta capacidade produtiva, investimentos de longo prazo e tecnologias voltadas à redução da intensidade de emissões de carbono.

Com reservas recuperáveis estimadas em mais de 1 bilhão de barris de óleo equivalente a investimentos da ordem de US$ 8 bilhões, o campo de Bacalhau conta com um dos navios-plataforma mais modernos do mundo, com capacidade de produção de até 220 mil barris por dia. O projeto adota tecnologia inédita no país, de ciclo combinado para geração de energia a bordo, o que permite alcançar uma das menores intensidades de carbono do setor, estimada em cerca de 9kg de CO₂ por barril produzido – aproximadamente metade da média global da indústria.

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Para o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, o início da produção do campo de Bacalhau simboliza um avanço estratégico para o país. “Bacalhau é um exemplo de como o Brasil pode ampliar sua produção de petróleo de forma competitiva, segura e alinhada à agenda de eficiência e sustentabilidade. É um projeto que gera empregos, fortalece a arrecadação e contribui para a segurança energética nacional, ao mesmo tempo em que incorpora tecnologias de ponta para a redução de emissões”, reforçou.

Além de ampliar a oferta nacional de petróleo, o projeto deve gerar mais de 50 mil empregos ao longo de seu ciclo de vida e cerca de US$ 10 bilhões em royalties e participações governamentais, com impacto positivo para a economia e para o desenvolvimento regional. O campo de Bacalhau é operado pela Equinor, em parceria com a ExxonMobil, a Petrogal e a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), e integra o conjunto de investimentos estruturantes que reforçam o papel do Pré-Sal na matriz energética brasileira.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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