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Aeroportos do Centro-Oeste receberão investimentos de R$ 91 milhões

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A aviação regional do Centro-Oeste entrará em uma nova etapa de fortalecimento com o aporte de R$ 91 milhões em investimentos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). Os recursos integram a carteira de pública de investimentos de aeroportos regionais para o ciclo de 2026 e 2027, anunciada em dezembro passado. Os valores vão preparar os terminais da região para atender, com mais eficiência, às demandas de mobilidade, segurança e desenvolvimento econômico.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho os investimentos no Centro-Oeste reconhecem o papel estratégico da região como maior polo de produção agropecuária do Brasil. “Fortalecer a infraestrutura aérea aqui é garantir mais eficiência logística, competitividade para quem produz e integração do campo com os mercados nacionais e internacionais. É desenvolvimento regional conectado ao crescimento do país”, exaltou.

Parte dos investimentos será destinada à elaboração de estudos e projetos básicos do aeroporto de Caldas Novas/GO, com aporte de R$ 2,6 milhões. A iniciativa é estratégica para planejar intervenções futuras com maior precisão técnica, já que o terminal recebe um grande volume de turistas, atraídos pelos complexos aquáticos e piscinas termais.

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Os recursos contemplam a instalação de estações meteorológicas nos aeroportos de Água Boa (MT), Primavera do Leste (MT) e Campo Grande (MS). Esses equipamentos ampliam a confiabilidade das informações climáticas, fator essencial para a segurança das operações aéreas, especialmente em regiões com forte influência de atividades agrícolas e logísticas.

Já no aeroporto de Barra do Garças (MT), os recursos serão aplicados em obras e melhorias de infraestrutura, voltadas à qualificação do terminal e ao aumento da capacidade operacional, beneficiando passageiros, turistas e a economia local.

O secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, destacou que o foco dos investimentos vai além das obras. “Planejamento, dados meteorológicos e infraestrutura caminham juntos para elevar o padrão de segurança e eficiência da aviação. Estamos criando bases sólidas para alavancar o transporta aéreo do país com o fortalecimento da aviação regional”, pontuou.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

CMN aprova linha de financiamento com recursos do FNAC para o setor aéreo

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Com o objetivo de reduzir os impactos na aviação civil brasileira em decorrência da alta do querosene de aviação (QAv) em todo mundo, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a criação de uma linha de financiamento com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), no valor total de R$ 8 bilhões, voltada ao fortalecimento do setor aéreo. A medida foi validada em reunião finalizada no início da noite desta quarta-feira (23), em Brasília.

A linha de crédito reembolsável aprovada terá taxa de 4% ao ano, acrescida de spread bancário (diferença entre o custo de captação de dinheiro pelos bancos e o valor cobrado pelos empréstimos) de até 4,5% ao ano. O limite será de até R$ 2,5 bilhões por empresa e de até R$ 500 milhões para aéreas de pequeno porte. Os recursos poderão ser concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou por meio de instituições financeiras habilitadas.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, ressaltou que a aprovação do CNM representa um grande passo para o fortalecimento da aviação civil brasileira. “Com condições atrativas, taxa de 4% ao ano, prazos longos e foco na sustentabilidade financeira, a medida traz mais crédito, previsibilidade e estabilidade para as empresas. Seguimos trabalhando para garantir desenvolvimento, investimento e mais conectividade para o Brasil”, destacou.

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A medida depende da abertura de crédito extraordinário por meio de Medida Provisória. As regras de distribuição dos recursos serão definidas pelo Comitê Gestor do FNAC.

Entre as condições para a alocação dos recursos, estão: prazo total de até 60 meses, carência de até 12 meses, ausência de contrapartidas diretas e vedação à distribuição de dividendos durante a carência.

Outra medidas

A medida aprovada pelo CNM faz parte do conjunto de medidas anunciadas pelo Governo Federal no dia 6 de abril. Entre as medidas, destacam-se a publicação do decreto que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o QAv, o que deve gerar uma redução direta de cerca de R$ 0,07 por litro do combustível, a postergação, para dezembro, do pagamento das tarifas de navegação aérea ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), referentes aos meses de abril a junho de 2026. Confira aqui as medidas anunciadas no início de abril.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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