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Workshop discute preparação dos portos brasileiros para mercado de eólicas em alto-mar

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em parceria com o Conselho de Comércio da Dinamarca, realizou, na última quarta-feira (20), o workshop Eólicas Offshore. O encontro virtual reuniu representantes do governo, autoridades portuárias, associações setoriais, universidades e empresas globais para discutir oportunidades, desafios regulatórios e perspectivas para o desenvolvimento da geração de energia eólica em ambiente marítimo no Brasil.

Conduzido pela Secretaria Nacional de Portos (SNP), do MPor, e pelo Conselho de Comércio, ligado ao Ministério das Relações Exteriores da Dinamarca, o workshop buscou preparar o setor portuário brasileiro para atender às demandas logísticas e operacionais da cadeia de energia eólica em alto-mar, considerada estratégica para a transição energética e para o fortalecimento da infraestrutura nacional.

Durante o encontro, foram debatidos caminhos para o avanço desse mercado, alinhados à inovação, sustentabilidade e integração com a infraestrutura portuária. Entre os temas abordados estiveram embarcações especializadas, infraestrutura portuária, logística e cadeias de suprimento associadas ao setor.

Segundo o coordenador-geral de Inovação Portuária e Transformação Digital da Secretaria Nacional de Portos, Thiago Alvarenga, o workshop permitiu aproximar o setor portuário brasileiro de experiências internacionais já consolidadas. “Este workshop é uma oportunidade de aproximar as autoridades do setor portuário brasileiras de soluções já testadas em outros mercados, especialmente no que se refere às embarcações e às operações que viabilizam a logística de eólicas offshore. A experiência dinamarquesa mostra os impactos das eólicas offshore sobre a infraestrutura portuária, desde berços e calados até pátios, armazenagem, acessos e serviços. Mais do que isso, mostra como esses impactos podem se transformar em oportunidades de investimento e geração de valor para os portos brasileiros”, destacou.

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Experiência internacional

Entre os destaques do evento, esteve a participação da empresa dinamarquesa Cadeler, referência mundial em transporte e instalação de parques eólicos em alto-mar. A companhia apresentou experiências internacionais e ressaltou a importância de investimentos em infraestrutura portuária, profundidade operacional e previsibilidade regulatória para atrair embarcações especializadas e garantir competitividade ao Brasil no mercado global.

A Blue Water Shipping, responsável pela operação logística do Porto de Esbjerg, na Dinamarca, considerado um dos principais hubs de eólica offshore da Europa, também compartilhou boas práticas e modelos de adaptação portuária. A empresa destacou experiências bem-sucedidas de transformação de estruturas ligadas à indústria de óleo e gás em bases estratégicas para operações de energia renovável no ambiente marítimo.

Além do MPor, participaram representantes dos ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), além da Marinha do Brasil e autoridades portuárias, como do Porto do Açu (RJ) e do Porto Central (ES), e entidades do setor, como a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (ABEPH) e a Associação de Terminais Portuários Privados (ATP).

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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