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Alexandre Silveira destaca políticas e projetos durante sessão na Câmara dos Deputados

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, apresentou as principais políticas e resultados do setor energético do país nesta quarta-feira (11/3), durante audiência na Comissão de Minas e Energia, na Câmara dos Deputados.

Silveira destacou, por exemplo, a reforma do setor elétrico, o trabalho pela renovação das distribuidoras de energia elétrica e os programas Luz do Povo e Gás do Povo, que já estão beneficiando milhões de famílias brasileiras com a gratuidade na conta de energia e com o fornecimento da recarga do botijão de gás.

“O Ministério de tem a responsabilidade de cuidar de 40% da economia nacional. São 2 milhões e 200 mil empregos novos gerados nestas três áreas, no setor elétrico, no setor de petróleo, gás, biocombustíveis e mineração. Também avançamos em uma reforma do setor elétrico e nos programas sociais. Ainda vivemos em um país com grandes desigualdades, então, além do Luz para Todos, agora nós temos o Gás do Povo, onde 15,5 milhões de famílias vão receber a recarga do gás – um programa que tem o aspecto econômico, social e de saúde pública fundamental – e temos o Luz do Povo, que isentou até 80 KW/h as famílias mais carentes da tarifa de energia”, afirmou o ministro.

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Entre outras ações, Silveira ressaltou a aprovação da Lei do Combustível do Futuro, a realização dos maiores leilões de transmissão da história do país, o Programa Gás para Empregar, e as políticas voltadas à transição energética. O ministro também falou do dos avanços na atividade mineral, como a criação do Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), o fortalecimento da Agência Nacional de Mineração (ANM) e nas discussões referentes à energia nuclear.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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