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Brasil leva experiência em políticas sobre drogas à 60ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU

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Suíça, 17/09/2025 – Entre 16 e 18 de setembro, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) representa o Brasil na 60ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça.

Durante a agenda de eventos e reuniões, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad) reforça o empenho do Brasil na defesa dos direitos humanos e na promoção do acesso à justiça, ao apresentar experiências de prevenção ampliada e desenvolvimento alternativo na política de drogas como instrumento de promoção da dignidade humana, da justiça e da inclusão social.

O primeiro compromisso foi o debate Reforma da Política de Drogas: Uma Ferramenta Poderosa para Prevenir Graves Violações de Direitos Humanos, promovido pelo International Drug Policy Consortium (IDPC) e pela Comissão Global de Políticas sobre Drogas, com participação da secretária Marta Machado.

No espaço, a secretária Marta apresentou a ampliação dos Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social (Cais) e como eles têm contribuído para prevenir a criminalização excessiva, reduzir desigualdades e oferecer serviços de assistência jurídica, social e psicológica a comunidades vulneráveis.

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“Quando falamos em política de drogas, falamos em garantir que vidas não sejam destruídas por abordagens punitivas que aprofundam desigualdades. O compromisso do Brasil é mostrar que é possível proteger direitos humanos e, ao mesmo tempo, construir caminhos de inclusão e dignidade para as pessoas mais afetadas”, destacou a secretária.

Próximas agendas

Nesta quarta-feira (17), o Brasil integra a mesa-redonda organizada pelo Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos sobre mecanismos efetivos de reparação e justiça para vítimas de violações no contexto das políticas de drogas. A Senad leva ao debate a experiência da implementação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci Juventude), que promove oportunidades de educação, cultura e inserção produtiva em territórios mais afetados pela violência e pela exclusão social, além de destacar iniciativas voltadas à igualdade racial e à perspectiva de gênero nas políticas públicas.

Por fim, na quinta (18), o Brasil contribui com o painel Diretrizes Internacionais sobre Direitos Humanos e Políticas sobre Drogas: Promovendo o Desenvolvimento Sustentável e Sociedades Justas, organizado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e pelo International Centre on Human Rights and Drug Policy, com apoio de diversos países.

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Na oportunidade, a Senad destacará os esforços nacionais para alinhar a política de drogas aos princípios de justiça social e desenvolvimento sustentável, reforçando compromissos assumidos pelo Brasil em fóruns internacionais.

A secretária da Senad esclarece ainda que a participação do Brasil na 60ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU busca fortalecer a cooperação com outros países e organismos multilaterais, ampliando a troca de experiências que podem gerar benefícios diretos à população.

“O Brasil está comprometido em construir políticas sobre drogas que coloquem a vida, a dignidade e os direitos humanos no centro. Levar nossas experiências ao Conselho é uma forma de mostrar que é possível enfrentar desafios históricos sem abrir mão da justiça social e da inclusão”, conclui Machado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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