Tribunal de Justiça de MT

Judiciário publica lista final de psicólogos credenciados para atuar em Colniza

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A Comarca de Colniza divulgou o resultado definitivo do processo de credenciamento de psicólogos que poderão atuar em apoio às atividades do Juízo local, ampliando o suporte técnico às demandas judiciais e contribuindo para um atendimento mais qualificado à população. O credenciamento possibilita que profissionais especializados prestem apoio sempre que houver necessidade de avaliações psicológicas em processos judiciais, fortalecendo a rede de atendimento vinculada à comarca.

O edital nº 04/2026/DF, assinado pelo juiz substituto e diretor do Foro, José dos Santos Ramalho Junior, apresenta a lista final dos candidatos avaliados. Conforme o documento, a candidata Evang Jaflety Rios Rosa foi a única considerada habilitada para o credenciamento na área de Psicologia.

A iniciativa segue as normas vigentes e assegura transparência ao processo seletivo, com a divulgação pública do resultado para conhecimento dos interessados e da sociedade.

A publicação está disponível no Diário da Justiça Eletrônico da última sexta-feira (13 de fevereiro), nas páginas 22 e 42.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Leia mais:  TJMT firma parceria para implantação de Núcleo Jurídico nos Juizados Especiais de Rondonópolis

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Cobrança de IPTU contra falecido é anulada e TJMT barra redirecionamento

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • TJMT manteve a extinção de cobrança de IPTU proposta contra contribuinte já falecido.

  • Decisão reforça limites para corrigir erros em execuções fiscais e aponta o caminho correto para novas cobranças.

Uma cobrança de IPTU iniciada contra uma pessoa já falecida levou o Tribunal de Justiça de Mato Grosso a barrar a continuidade do processo. A decisão, relatada pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo, manteve a extinção da ação por erro na origem e negou o pedido do Município de Rondonópolis para redirecionar a cobrança.

O caso começou quando a execução fiscal foi proposta anos após o falecimento do contribuinte. Como não há possibilidade de citar alguém que já morreu, o processo foi considerado inválido desde o início. Para o Tribunal, essa falha impede o prosseguimento da cobrança na forma como foi proposta.

O Município tentou ajustar o processo para cobrar o débito do espólio ou de possíveis responsáveis pelo imóvel. No entanto, o relator destacou que a legislação e a jurisprudência não permitem alterar o devedor após a formalização da dívida, salvo em casos de erro meramente formal, o que não se aplica à situação.

Segundo o voto, mesmo sendo o IPTU um tributo vinculado ao imóvel, isso não autoriza corrigir uma ação que já nasceu com vício. Nesses casos, o caminho adequado é iniciar um novo procedimento administrativo, com a identificação correta dos responsáveis desde o início.

Além disso, um dos recursos apresentados no processo não foi sequer analisado. Isso porque a parte responsável deixou de pagar as custas obrigatórias dentro do prazo, o que levou ao reconhecimento da chamada “deserção”, que é quando o recurso perde a validade por falta de preparo.

Com a decisão unânime, o Tribunal manteve a sentença que encerrou o processo e ainda majorou os honorários advocatícios.

Processo nº 1017846-21.2023.8.11.0003

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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