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Ministério dos Transportes autoriza R$ 473,4 milhões em intervenções rodoviárias em Pernambuco

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O ministro dos Transportes, George Santoro, assinou, nesta terça-feira (19), ordens de serviço e autorizou o avanço de obras rodoviárias em Pernambuco. As ações somam R$ 473,4 milhões em investimentos do Governo do Brasil, por meio do Novo PAC, voltados à melhoria da segurança viária e da mobilidade no estado.

Entre as intervenções assinadas estão a manutenção e pavimentação da BR-316/110/PE, no trecho entre Inajá, Ibimirim e Petrolândia; a construção do Viaduto Vitarella, na BR-101/PE, em Jaboatão dos Guararapes; e a revitalização da BR-363/PE, em Fernando de Noronha. Também foi anunciado o aviso de licitação para a travessia urbana de Toritama, na BR-104/PE.

“Essas obras representam uma decisão de investir em infraestrutura para desenvolver o país. Sem os investimentos do Governo do Brasil, a gente não consegue avançar nem destravar gargalos históricos”, afirmou o chefe da pasta.

Avanço nas rodovias

A manutenção e pavimentação da BR-316/110/PE contará com aporte de R$ 387,8 milhões. Com 102,2 quilômetros de extensão, a obra deve melhorar as condições de tráfego e segurança para motoristas que circulam pela região. Já a travessia urbana de Toritama receberá R$ 34,3 milhões em investimentos e deve melhorar o fluxo na BR-104/PE.

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O Viaduto Vitarella terá investimento de R$ 19,6 milhões e deve impactar diretamente a mobilidade da população da região metropolitana, especialmente em uma das áreas mais congestionadas da rodovia. Em Fernando de Noronha, serão realizados 6,8 quilômetros de requalificação da BR-363/PE com recursos de R$ 31,7 milhões.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, destacou que os projetos são fundamentais para garantir o desenvolvimento do estado. “A nossa prioridade é levar o direito das pessoas de irem e virem, levar eficiência para permitir que o nosso estado cresça. Não dá para fazer isso sem infraestrutura logística”, ressaltou.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Ministério de Portos e Aeroportos avança em estudo sobre carga aérea com visitas técnicas a centros logísticos em São Paulo

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) realizou, na última semana, uma série de visitas técnicas a terminais de carga e centros logísticos em São Paulo, em parceria com pesquisadores do Laboratório de Transportes e Logística (Labtrans), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A iniciativa integra o estudo conduzido pelo ministério para mapear desafios, gargalos e oportunidades de melhoria no transporte aéreo de cargas no Brasil.  

Durante três dias, técnicos do MPor e pesquisadores da UFSC visitaram os Terminais de Carga Aérea (TECA) de Viracopos e Guarulhos. Juntos, eles responderam por 38% da movimentação de carga aérea do país em 2025. A equipe também esteve em centros logísticos de empresas como Amazon, DHL, Latam Airlines, Cainiao (braço logístico da AliExpress), além da Ajun, responsável pelo transporte de encomendas de plataformas como Shein, Temu e Shopee 

O avanço do e-commerce no Brasil tem aumentado a demanda por operações logísticas mais rápidas, eficientes e integradas, tornando o transporte aéreo estratégico para garantir prazos menores de entrega e ampliar a conexão entre mercados nacionais e internacionais.   

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A pesquisa em campo foi estruturada em quatro eixos centrais: infraestrutura, sustentabilidade, cadeia de segurança e crescimento do e-commerce. Durante as visitas, os técnicos puderam acompanhar de perto os processos logísticos de importação e exportação, as etapas de desembaraço fiscal e as estratégias.   

Um dos exemplos observados pela equipe foi a parceria logística entre a Amazon e a Azul Linhas Aéreas. O modelo permite que a empresa de comércio eletrônico realize o preparo, a inspeção e a paletização das cargas de acordo com os padrões exigidos pela companhia aérea antes do embarque. Na prática, isso reduz etapas operacionais, otimiza o fluxo logístico e diminui custos para o transporte das mercadorias.  

Para o secretário Nacional de Aviação Civil (SAC), Daniel Longo, iniciativas como essa podem servir de referência para o aprimoramento dos processos de importação e transporte aéreo de carga no Brasil. “Como governo, precisamos entender como esses modelos funcionam, dialogar com os órgãos reguladores, como a Anac, com os operadores e avaliar políticas que simplifiquem procedimentos e possam reduzir custos para empresas e consumidores”, afirmou.   

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O estudo busca compreender como o setor pode se preparar para absorver o crescimento das encomendas movimentadas por plataformas digitais e operadores logísticos. O objetivo do MPor é transformar esse conhecimento em apoio para políticas públicas e em medidas que apontem os principais gargalos do setor e indiquem caminhos para fortalecer a infraestrutura, ampliar a competitividade e apoiar o crescimento das operações logísticas no país. 

Assessoria Especial de Comunicação Social 
Ministério de Portos e Aeroportos 

Fonte: Portos e Aeroportos

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