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MME promove webinar sobre consulta pública do leilão de Sistemas de Armazenamento em Baterias

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta terça-feira (25/11), um webinar para tratar das diretrizes da consulta pública do Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de 2026 – Armazenamento. O evento teve como objetivo colher percepções sobre as diretrizes e documentos apresentados no âmbito da consulta pública, além de apresentar os principais pontos da portaria. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) também participaram do webinar.

O secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento, Gustavo Ataide, destacou o diferencial deste certame e a importância de promover o debate acerca das diretrizes do leilão de armazenamento em baterias. “O sistema de armazenamento já vem transformando os sistemas elétricos no mundo todo. Ter esse leilão no Brasil é essencial. Estamos falando de uma tecnologia promissora para o nosso sistema elétrico, trazendo confiabilidade ao suprimento energético”, afirmou.

Sobre o leilão

O LRCAP terá como finalidade contratar potência, em megawatts (MW), de novos sistemas de armazenamento de energia em baterias (SAE-BESS). Na prática, o leilão viabilizará a instalação e operação de grandes conjuntos de baterias por empresas interessadas, permitindo armazenar eletricidade e liberá-la conforme a demanda. Assim, esses sistemas contribuirão para a estabilidade e a segurança do suprimento de energia em todo o país.

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Interessados em participar da consulta pública podem acessar o site do MME ou a plataforma Participa + Brasil.

Confira o webinar completo aqui:

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Estudo inédito do MTE evidencia diferentes cenários do trabalho infantil nas capitais e regiões metropolitanas

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), divulga o “Diagnóstico do Trabalho Infantil nas Capitais e Regiões Metropolitanas”, estudo inédito elaborado com base nos microdados da PNAD Contínua 2024 do IBGE. A publicação reúne dados e análises sobre a incidência do trabalho infantil nos principais centros urbanos do país e busca fortalecer o planejamento estratégico das ações de fiscalização e das políticas públicas de enfrentamento a essa violação.

O estudo será apresentado durante o Seminário Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Infantil, que ocorrerá nos dias 16 e 17 de junho, em Salvador (BA). O material reúne análises detalhadas sobre a incidência do trabalho infantil nos principais centros urbanos do país e contribuirá para o debate técnico sobre estratégias de fiscalização e formulação de políticas públicas. A publicação reforça a importância do uso de inteligência de dados e da atuação integrada entre instituições para o enfrentamento das diferentes formas de trabalho infantil identificadas nos territórios brasileiros.

O diagnóstico mostra que o trabalho infantil apresenta dinâmicas distintas no território nacional, exigindo estratégias adaptadas à realidade local. Em estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, a concentração do trabalho infantil é maior nas regiões metropolitanas. Já em estados como Pará e Maranhão, o fenôeno se mostra mais presente no interior, indicando a necessidade de respostas diferenciadas para cada contexto regional.

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De acordo com o estudo, as 20 regiões metropolitanas analisadas e a Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina/PI concentravam 18,4% do total do trabalho infantil no Brasil em 2024, o equivalente a 303.649 crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil.

O levantamento também aponta diferenças significativas entre as capitais brasileiras. Em Roraima, por exemplo, 43,5% do trabalho infantil do estado estava concentrado em Boa Vista. Já no Espírito Santo, a capital Vitória representava apenas 0,9% do total estadual.

Além da produção de inteligência e análises, a Auditoria-Fiscal do Trabalho atua diretamente na proteção de crianças e adolescentes por meio de ações fiscais que identificam, caracterizam tecnicamente e interrompem situações de trabalho infantil, promovendo o afastamento imediato e a garantia de direitos.

O estudo destaca que o enfrentamento ao trabalho infantil exige conhecimento aprofundado sobre suas diferentes formas de manifestação. Segundo a publicação, a diversidade social, econômica e territorial do Brasil faz com que apresente características específicas em cada unidade da federação, tornando fundamental a elaboração de estratégias estaduais e regionais voltadas ao combate dessa prática.

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A publicação foi elaborada pela Coordenação de Erradicação e Fiscalização do Trabalho Infantil (COEFIT), vinculada à Secretaria de Inspeção do Trabalho, e integra os esforços do MTE para qualificar o debate público, ampliar a integração entre instituições e fortalecer ações voltadas à erradicação do trabalho infantil no país.

Para acessar o diagnóstico completo, acesse aqui. 

Ações do Ministério do Trabalho e Emprego 

Além das ações de fiscalização e da produção de informações qualificadas sobre a realidade do trabalho infantil no país, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) disponibiliza à sociedade um canal exclusivo para o recebimento de denúncias: o Sistema Ipê Trabalho Infantil. 

A ferramenta permite o registro de denúncias de forma segura, acessível, contribuindo para o fortalecimento das ações de enfrentamento ao trabalho infantil. Por meio do sistema, cidadãos podem colaborar diretamente com a identificação de situações de violação de direitos, auxiliando o poder público na proteção de crianças e adolescentes em todo o território nacional. 

Canal de Denúncia de Trabalho Infantil 

🔔 Sistema Ipê Trabalho Infantil 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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