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Mobilidade urbana: obra entregue por Renan Filho garante segurança e fluidez a quem utiliza a BR-050, em Goiás

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A vida dos 122 mil moradores de Catalão, no Sudeste de Goiás, ganha mais segurança e mobilidade, com a entrega da nova travessia urbana da BR-050/GO. O trecho, inaugurado nesta quinta-feira (27), pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, reorganiza o fluxo viário do município e marca uma etapa importante para quem depende da rodovia no dia a dia.

“Há dois anos estivemos aqui encontrando um sonho, iniciamos a execução e hoje voltamos para entregar essa travessia pronta para o povo. E essa obra vai promover o desenvolvimento integrado da cidade de Catalão, atraindo novos investimentos”, destacou o ministro dos Transportes.

A duplicação de 11,5 quilômetros da rodovia recebeu investimento de R$196 milhões da Ecovias Minas Goiás, concessionária responsável por 436,6 quilômetros da BR-050/GO. O trecho, por onde circulam cerca de 15 mil veículos por dia, passa a operar com maior capacidade, reduzindo conflitos de tráfego e trazendo fluidez à via.

“Catalão é uma economia pujante, em constante movimento, e precisava de uma obra desse porte para acompanhar seu desenvolvimento. Para toda a BR-050, de Cristalina até o Porto de Santos, isso representa um avanço muito importante”, ressaltou o diretor-superintendente da Ecovias Minas Goiás, Matheus Fernandes.

Moradores que precisam cruzar diariamente a BR-050 já percebem a diferença que a obra traz para a mobilidade de Catalão. O construtor Jurandir Antônio da Silva, de 62 anos, é um deles.

“Sempre foi um transtorno muito grande, com muitos acidentes, porque o movimento de caminhões e carros é enorme. Hoje, com a duplicação, sem sombra de dúvida vai melhorar bastante para a população. É uma obra de grande importância para o Catalão, porque a cidade está no eixo Brasília-Uberlândia e segue em desenvolvimento”, celebra.

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Além da duplicação, a intervenção inclui 12 quilômetros de vias marginais, cinco retornos em desnível, nove viadutos, uma passarela e dois novos acessos. Durante a execução das obras, foram gerados mais de 3 mil empregos.

“Antes, a rodovia dividia a cidade. Agora, com a duplicação e os viadutos, Catalão é uma só. Para uma cidade de médio porte, isso dá cara de metrópole. Toda a economia que passa por aqui ganha mais segurança e conforto. O resultado reforça Catalão como uma potência no coração do Brasil”, disse o prefeito de Catalão, Velomar Rios.

Pilar logístico de uma economia forte

Catalão é um dos polos econômicos mais dinâmicos do estado, com PIB de R$9,9 bilhões, o quinto maior de Goiás. A cidade combina indústria, mineração, agropecuária e serviços, e se beneficia de sua posição estratégica entre grandes centros, como Goiânia, Triângulo Mineiro e Brasília.

Entre os fatores que reforçam sua economia está o Distrito Minero Industrial de Catalão (DIMIC), situado às margens da BR-050. O polo concentra empresas nacionais e internacionais e se beneficia da proximidade com a rodovia e a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) – que interliga a região a importantes portos, como Santos (SP) e Vitória (ES) -, facilitando o escoamento de produção.

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“Essa obra traz um reconhecimento, um selo para a cidade de Catalão, que é uma das mais importantes do interior do Brasil. Essa estrada vai trazer um benefício extremamente grande para todos nós”, afirmou o secretário de Infraestrutura de Goiás, Adib Elias.

A entrega da travessia urbana faz parte do amplo pacote de investimentos federais em Goiás. Desde o início da gestão do ministro Renan Filho, em 2023, quatro leilões de concessão de rodovias goianas já foram realizados, somando R$36,2 bilhões em investimentos e consolidando um dos maiores programas de modernização viária do país.

O impacto dessas obras já aparece nos indicadores. O último Índice de Manutenção de Condições (IMC) do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) mostra que, no mês passado, 87% das estradas do estado estavam em boas condições. Em 2022, último ano do governo anterior, o índice era de 70%.

“O Ministério dos Transportes está em máxima histórica de investimento. Enquanto no governo passado se investia R$7 bi por ano, a gente está investindo R$15 bilhões por ano em recursos públicos. Enquanto eles fizeram seis leilões em quatro anos, nós já fizemos 21 e agora em dezembro faremos o 22º”, finalizou Renan Filho.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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MTE apresenta resultados das medidas de liberação extraordinária de recursos do FGTS

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apresentou nesta terça-feira (16) os resultados das Medidas Provisórias (MPs) que liberaram saldos extraordinários do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), durante reunião do Conselho Curador do FGTS. Foram apresentados os balanços da MP/FGTS Saúde, da MP do Saque Retido do FGTS e da MP do FGTS Desenrola 2.0.

A reunião, presidida pelo ministro Luiz Marinho, apontou que, no governo Lula, foram utilizados R$ 34,7 bilhões do FGTS em saques extraordinários; nos governos anteriores, o montante foi de R$ 168,9 bilhões.

Até o momento, foram concretizadas 17.085 operações de crédito dentro do programa Desenrola, totalizando R$ 10,3 milhões já reservados para o pagamento das instituições financeiras. Os repasses serão efetuados pela Caixa Econômica Federal no próximo dia 25 de junho. O valor médio das operações foi de R$ 604,73 por trabalhador.

Entre as instituições financeiras participantes, o Nubank concentra o maior volume de operações, com 14.657 contratos, correspondentes a aproximadamente R$ 8,2 milhões dos recursos reservados para a liquidação das dívidas. Os dados apresentados ao Conselho Curador do FGTS também mostram maior participação das mulheres na utilização da modalidade: 55% dos contratos foram firmados por trabalhadoras, enquanto os homens representam 45% das operações realizadas.

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Em relação à distribuição regional, o Sudeste concentra a maior parcela das operações, com 50% do total, seguido pelo Nordeste (18%), Sul (17%), Centro-Oeste (9%) e Norte (6%).

No âmbito da utilização dos recursos do FGTS para o setor de saúde, foram contratados, no prazo da MP, R$ 3,4 bilhões destinados a hospitais localizados em 73 municípios brasileiros. Desse total, 82% dos recursos foram aplicados na modalidade de reestruturação de dívidas, contribuindo para o fortalecimento financeiro das instituições de saúde e a manutenção dos serviços prestados à população.

A distribuição regional dos recursos mostra maior concentração nas regiões Sudeste e Sul. O Sudeste lidera com R$ 1,5 bilhão em contratações, enquanto o Sul responde por R$ 1,1 bilhão, reunindo, juntos, a maior parte dos investimentos já realizados por meio da linha de crédito do FGTS voltada ao setor hospitalar.

A iniciativa integra as medidas aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS para ampliar o apoio a hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos, contribuindo para a sustentabilidade financeira das instituições e para o fortalecimento da rede de atendimento à saúde no país.

O Ministério do Trabalho e Emprego também apresentou um balanço da liberação dos recursos do FGTS para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e tiveram o contrato de trabalho extinto ou suspenso entre 1º de janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025, desde que possuíssem saldo bloqueado na conta vinculada ao vínculo empregatício encerrado ou suspenso.

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A medida possibilitou a liberação de R$ 16,7 bilhões em saldos anteriormente bloqueados, beneficiando 14,6 milhões de trabalhadores em todo o país. A distribuição regional dos recursos demonstra que o Sudeste concentrou a maior parcela dos pagamentos, com 48% do total liberado. Em seguida aparecem as regiões Sul e Nordeste, ambas com 18%, seguidas pelo Centro-Oeste (9%) e Norte (7%).

Do montante efetivamente pago, que alcançou R$ 14,9 bilhões, 34,3% corresponderam a pagamentos superiores a R$ 10 mil, enquanto 33,7% referem-se a valores entre R$ 500 e R$ 3 mil.

Os dados apresentados ao Conselho Curador indicam ainda que a maior parte dos trabalhadores contemplados pertence às faixas de renda entre dois e quatro salários mínimos, evidenciando o alcance social da medida e seu impacto direto sobre trabalhadores de renda média e baixa que tiveram acesso aos recursos retidos em suas contas do FGTS.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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