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Nos Emirados Árabes, ministro Silvio Costa Filho se reúne com autoridades e setor produtivo sobre logística integrada

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, se reuniu nesta quarta-feira com o secretário de Infraestrutura e Transportes dos Emirados Árabes, Xeique Mohammed Al Mansouri, em seu segundo dia de agenda oficial em Dubai. Entre os principais temas da missão, o ministro busca reforçar e estabelecer parcerias sobre logística integrada, ampliação da conectividade aérea e diversificação de rotas entre Emirados Árabes e Brasil, além de atrair investimentos para a carteira de projetos do Ministério, que inclui arrendamentos e concessões de portos, aeroportos e hidrovias.

“Foi uma reunião muito produtiva. Conversamos sobre logística integrada, descarbonização e modelos de modernização portuária, que fazem dos Emirados uma referência mundial”, afirmou o ministro. “Essa troca é fundamental para aproximar o Brasil de tecnologias avançadas, atrair investimentos e fortalecer o trabalho que estamos conduzindo no governo do presidente Lula para modernizar nossos portos e corredores logísticos”, acrescentou.

Entre outros objetivos da agenda, que prevê reuniões com o setor público e privado dos Emirados Árabes, estão temas para estreitar a cooperação técnica e a parceria tecnológica entre os dois países e dialogar sobre a agenda da sustentabilidade, descarbonização do transporte marítimo e expansão dos biocombustíveis. No primeiro dia de missão, na terça-feira (18), o ministro percorreu a Dubai Airshow, feira comercial global da indústria aerospacial, com mais de 1.500 expositores e 148 mil participantes.

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Também na manhã desta quarta-feira, Costa Filho se reuniu CEO da Dnata, Steve Allen, que opera em vários aeroportos do Brasil, para debater parcerias que fortaleçam a aviação brasileira. “A Dnata tem uma importância institucional significativa para nosso país e demonstra a confiança que que cada vez mais o mercado internacional tem no Brasil e na aviação brasileira”, afirmou o ministro. “Queremos cada vez mais estreitar as nossas relações e, por orientação do presidente Lula, ampliar a agenda internacional, que é fundamental para o desenvolvimento do Brasil, e a Dnata faz parte dessa construção coletiva”, acrescentou.

Ampliação da malha aérea

Com o objetivo de aumentar a conectividade aérea e diversificar as rotas de voos internacionais para o Brasil, Costa Filho se reuniu com Tim Clark, presidente da Emirates Airlines, uma das maiores companhias aéreas do mundo. Entre os assuntos acordados na reunião está a possibilidade da empresa ampliar, a partir dos próximos anos, o número de voos para o país, com foco no Nordeste. “Nós tivemos uma reunião muito produtiva e otimista com representantes da Emirates e tenho certeza que teremos novas operações aéreas para o nosso país. Estou trabalhando fortemente para levar um voo de Dubai, da Emirates, para o Nordeste”, assegurou.

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Com uma frota estimada em 260 aeronaves das fabricantes Airbus e Boeing, a Emirates Airlines possui operações aéreas em 148 destinos espalhados em todos os continentes. No Brasil, a companhia possui conexões nos aeroportos de São Paulo/Guarulhos e Rio de Janeiro/Galeão, além de contar com acordo de codeshare – parceria comercial entre companhias aéreas para vender assentos em voos que são operados por uma empresa associada – com Azul, Gol e Latam.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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