Mato Grosso

Polícia Militar prende homem por porte de ilegal de arma após ameaçar vizinho

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A Polícia Militar prendeu um homem, de 37 anos, suspeito pelo crime de ameaça contra seu vizinho utilizando uma arma de fogo, do tipo pistola calibre 9mm, neste domingo (03.11), em Cuiabá. O suspeito foi preso em flagrante, no bairro Jardim Imperial.

A equipe do 3º Batalhão de PM foi acionada, por volta de 12h40, no endereço da vítima, de 35 anos, que denunciou ter sido ameaçada pelo suspeito, após ele lhe pedir dinheiro para comprar drogas e negar dar a quantia para o homem.

Os policiais iniciaram rondas e buscas pela região e foram informados por frequentadores de um bar que o suspeito também estava no local, com munições em sua mão e com uma arma em sua cintura.

Na continuidade das buscas, o suspeito foi encontrado e abordado. Com ele, foram encontradas cinco munições calibre 9mm em seu bolso. Para os policiais, o homem afirmou que guardou a arma em sua casa.

A PM se deslocou até a residência e foi recebida pela madrasta do homem, que informou a equipe que a pistola pertencia ao falecido esposo, pai do suspeito, e a entregou à polícia, junto de dois carregadores e quinze munições intactas.

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Diante dos fatos, a PM conduziu o suspeito para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e demais providências necessárias.

*Com supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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