Nacional

Pré-sal impulsiona recorde histórico na produção brasileira de petróleo e gás

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A produção brasileira de petróleo e gás natural alcançou um novo recorde histórico em abril de 2026, segundo dados divulgado nesta terça-feira (2/6) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No período, o país produziu 5,640 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), superando a marca registrada em março e consolidando a trajetória de crescimento do setor.

O resultado foi impulsionado principalmente pelo desempenho do pré-sal, que respondeu por mais de 81% da produção nacional. A produção nessa camada alcançou aproximadamente 4,61 milhões de boe/d, também em patamar recorde, refletindo a entrada em operação de novas unidades e o aumento da eficiência dos campos produtores, resultado impulsionado principalmente pelos campos de Tupi, Búzios, Mero e Atapu, localizados na Bacia de Santos. O desempenho reflete a maturação dos projetos em operação e a entrada de novas unidades produtivas nos últimos anos.

Considerando apenas o petróleo, a produção nacional chegou a cerca de 4,34 milhões de barris por dia, enquanto a produção de gás natural ultrapassou 206 milhões de metros cúbicos diários. Os volumes representam crescimento tanto na comparação mensal quanto em relação a abril de 2025, reforçando o papel estratégico do setor para a segurança energética e para o desenvolvimento econômico do país.

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Com informações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Nacional

Lula e Silveira recebem setor de biocombustíveis e reforçam compromisso com a transição energética

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, receberam nesta terça-feira (9/6), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), representantes das principais entidades e empresas do setor sucroenergético brasileiro, que reconheceram os avanços alcançados pelo país com a política de biocombustíveis conduzida pelo Governo do Brasil. Durante o encontro, as lideranças também manifestaram apoio à proposta de ampliação da mistura de etanol anidro na gasolina para 32% (E32), que deverá ser submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nos próximos dias.

Segundo Silveira, a ampliação da mistura permitirá ampliar o consumo de combustível renovável produzido no país, fortalecer a segurança energética nacional e reduzir a necessidade de importação de gasolina em aproximadamente 454 milhões de litros. A proposta atende a uma demanda do setor e está respaldada por estudos técnicos realizados após a aprovação da Lei do Combustível do Futuro.

“São políticas públicas focadas no desenvolvimento do país. É segurança energética, é modicidade no preço do combustível, é descarbonização, é mais emprego, mais renda e mais desenvolvimento nacional”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.

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A ampliação para o E32 também contribuirá para evitar a emissão de cerca de 552 mil toneladas de CO₂ equivalente, reforçando o compromisso do Brasil com a descarbonização da matriz energética. A expectativa é que a proposta seja apreciada pelo CNPE nos próximos dias, dando continuidade à estratégia do governo federal de fortalecer a participação dos combustíveis renováveis na matriz energética brasileira.

Durante a reunião, os representantes do setor destacaram os resultados alcançados pela política do Combustível do Futuro, considerada um marco para a expansão dos combustíveis renováveis no Brasil. As lideranças também reconheceram o histórico de incentivo aos biocombustíveis construído ao longo dos governos do presidente Lula, apontando a agenda como fundamental para consolidar a liderança brasileira na transição energética global.

Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros do Governo do Brasil e representantes da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), do SINDAÇÚCAR Nordeste, da Siamig e da Única.

O encontro também serviu para reforçar o reconhecimento do setor às políticas públicas implementadas pelo governo federal para impulsionar os biocombustíveis, incluindo o Combustível do Futuro, o desenvolvimento do mercado de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), o avanço da captura e armazenamento de carbono e outras iniciativas voltadas à descarbonização da economia brasileira. As lideranças também destacaram o momento positivo vivido pela bioenergia nacional, impulsionado pela expectativa de uma safra recorde de etanol em 2026/2027.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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