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Silveira destaca papel social da transição energética em evento para autoridades e especialistas do setor

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou, nesta quarta-feira (4/2), da 4ª edição do Tá na Mesa IEJA – A Transição Energética no Brasil: Cenário Atual e Perspectivas, no Instituto de Estudos Jurídicos Aplicados (IEJA), em Brasília. O encontro reuniu autoridades dos Três Poderes, especialistas e lideranças estratégicas para discutir os rumos da política energética brasileira.

Durante o painel, o ministro apresentou a visão do Governo do Brasil de que a transição energética vai além da modernização tecnológica e precisa estar associada à inclusão social e à redução das desigualdades. Silveira destacou os programas Gás do Povo e Luz do Povo como exemplos de políticas públicas que colocam as pessoas no centro da agenda energética.

“A transição energética precisa alcançar quem mais precisa. Implantamos o Gás do Povo e o Luz do Povo para garantir dignidade, reduzir desigualdades e assegurar que ninguém fique para trás nesse processo”, afirmou o ministro de Minas e Energia.

Alexandre Silveira ressaltou que o Gás do Povo já beneficia milhões de brasileiros com o fornecimento gratuito do botijão de gás, contribuindo para a segurança alimentar, a saúde de mulheres e crianças e a erradicação do uso de combustíveis inadequados no preparo de alimentos. Já o Luz do Povo promove a gratuidade ou descontos na conta de energia elétrica para famílias de baixa renda, ampliando o acesso a um serviço essencial.

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O ministro também destacou o protagonismo do Brasil no cenário internacional da transição energética, impulsionado por uma matriz elétrica majoritariamente renovável, políticas públicas estruturantes e investimentos em transmissão, biocombustíveis, hidrogênio de baixo carbono e minerais estratégicos. Segundo Alexandre Silveira, o país reúne condições únicas para liderar esse processo de forma sustentável, com desenvolvimento econômico e justiça social.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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