Nacional

Lançamento da Escola Nacional de Acesso à Justiça busca democratizar o conhecimento em direitos

Publicado

Brasília, 09/10/2025 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anuncia o lançamento da Escola Nacional de Acesso à Justiça (Enaju) — plataforma on-line e gratuita que irá ofertar capacitações para democratizar o conhecimento sobre o sistema de justiça, fortalecer a cidadania e ampliar os instrumentos de acesso à justiça para populações historicamente vulnerabilizadas.

Iniciativa da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), a Escola também é um mecanismo de ampliação de saberes entre operadores da Justiça, promovendo um constante intercâmbio digital entre aqueles que atuam com a prática jurídica e as comunidades, grupos e sociedades que pretendem melhor atender os cidadãos.

Acesse a página da Enaju

Para a secretária nacional de acesso à justiça, Sheila de Carvalho, a criação da ferramenta representa um passo decisivo para aproximar o direito da vida da população. “A escola é um marco na construção de um processo formativo voltado para um País mais justo e democrático”, afirmou.

“Queremos que todas as pessoas, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade, reconheçam seus direitos, saibam onde buscar proteção e encontrem ferramentas para transformar a realidade em que vivem. De um lado, um mecanismo de empoderamento jurídico comunitário, do outro um mecanismo que permita que aqueles que estão nas instituições de justiça entendam melhor as comunidades que lhes demandam”, completou a secretária.

Leia mais:  Editais do primeiro bloco de leilões portuários de 2026 são publicados

Curso inaugural

A primeira capacitação, o Curso Aberto de Acesso à Justiça, já está disponível. São sete módulos estruturados em aulas expositivas de 30 minutos, ministradas por especialistas reconhecidos em suas áreas de atuação. Cada módulo é acompanhado de materiais pedagógicos complementares, como cartilhas, textos de apoio e indicações de leitura, ampliando as possibilidades de aprofundamento dos participantes.

Os conteúdos abordam, de forma clara e didática, os pilares do sistema de justiça — Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública —, além do sistema internacional de direitos humanos, os desafios do sistema de justiça criminal e a importância de incorporar as perspectivas de gênero, raça e diversidade no debate sobre justiça.

Além da formação inicial, a escola busca fomentar a interação entre sociedade civil, poder público e sistema de justiça por meio de espaços de debate, fóruns e enquetes que permitirão a troca de experiências entre participantes de diferentes contextos. A iniciativa reforça o compromisso da Saju em criar mecanismos de empoderamento jurídico comunitário e em ampliar a presença do Estado na garantia de direitos.

Leia mais:  MME atualiza premissas dos preços do Leilão de Reserva de Capacidade

Leia também:

Lewandowski institui a Escola Nacional de Acesso à Justiça

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo

Publicado

A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.

Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).

Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.

Leia mais:  MME avança na estruturação da política para Pequenos Reatores Modulares durante terceira reunião do GT-19

Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias

Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.

Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.

Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana